terça-feira, 6 de março de 2018

Os Negros Livres e Os Fugitivos

Os senhores costumavam baixar o preço dos escravos nas declarações, para pagar menos impostos. Manoel Pequeno tinha pleurisia. Isso reduzia mais seu preço. Ele aproveitou e comprou a alforria com a venda de gado.

Colagem sobre Litografias de Escravos de Johann Moritz Rugendas
Litografias de Escravos

Em 1860, Manoel Pequeno, negro livre, matou Antônio Vicente da Fontoura na Igreja Nossa Senhora da Conceição. Uma igreja de negros livres ou alforriados. A irmandade negra de Cachoeira do Sul surgira em 1812.

Alguns senhores reescravizavam negros forros. Uma forma de diferenciar os escravos dos negros livres eram os calçados. Os escravos andavam descalços. Os negros livres, no entanto, calçavam sapatos.

A escrava Isaura tinha pele clara. Por isso, chamava a atenção.


Os Escravos Fugitivos
Não havia foto de escravo que fugia. Assim, descreviam detalhadamente os escravos. Muitos iam para o Exército. Como ninguém queria ir para o Exército, a instituição não questionava a origem daquele negro.

Em geral, os escravos fugiam primeiro para o mato. Depois, eles iam para as cidades. Quem fugia era o homem adulto sem família. Afinal, as famílias não conseguiam fugir. Para manter o escravo, alguns senhores davam cabeças de gado.

Macumba era o núcleo de escravos insurgentes.

Adaptado de aula do professor Paulo Roberto Staudt Moreira
Imagem adaptada de Nexo Jornal

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