sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Imigração e Colonização no RS

O português usou mão-de-obra escrava. Os demais imigrantes usaram em menor grau. Em especial, os alemães, que chegaram antes. Vê-se isso pela questão política. Para participar, era necessário comprovar renda. E os ricos tinham escravos.

Navio com Imigrantes Alemães
Navio com Imigrantes Alemães

Na década de 1820, a nação alemã já existia. Mas o estado da Alemanha, como hoje conhecemos, formou-se apenas em 1871. Na época, porém, documentos de Dom João VI já usavam a expressão "imigração alemã". A colônia tinha dois grandes pilares: a igreja e a escola. E o Rio dos Sinos serviu como ligação entre Porto Alegre, a capital, e São Leopoldo, o primeiro foco de colonização. A partir dali, os alemães dispersaram-se. A maior a parte, na região do Vale do Sinos. Dois grupos de alemães chegaram a Torres. Mas com a enchente do Rio Mampituba foi preciso dividir os grupos. Os católicos permaneceram em Torres. E os luteranos foram para Três Forquilhas. Hoje, o município de Dom Pedro de Alcântara, próximo a Torres. Nem todos os locais, no entanto, prosperaram. O núcleo de São João das Missões, por exemplo, desfez-se. Mas qual o melhor critério para se definir o sucesso? Demografia? Economia? Identidade ou manutenção de cultura? Os alemães chegaram ao RS, em 1824. Antes disso, aportaram em outros estados. Em 1818, fundaram as colônias de Leopoldina e de Frankental, na Bahia. Em 1818 e 1819, Nova Friburgo e Petrópolis, no Rio de Janeiro.

Pomeranos instalaram-se no Espírito Santo e em São Leopoldo.

Adaptado de aula do Professor Marcos Antônio Witt
Imagem adaptada de "História e Vestibular"

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