terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Historiografia e Rio Grande do Sul

Há três grupos principais de indivíduos que contam ou registram a história. E no caso do Rio Grande do Sul, podemos observar os três tipos. São eles: os memorialistas, os clássicos e os acadêmicos.

Historiografia e Rio Grande do Sul
Historiografia e Rio Grande do Sul

Os memorialistas ou municipalistas criam a narrativa romântica e elogiosa. Algo como: "Todos os italianos passaram por naufrágios". Na verdade, foram três ou quatro. Mas a ideia de vários torna a história épica.

Os historiadores clássicos produziram obras fundamentais de décadas atrás. A obra de Jan Rosche, em dois tomos, até certo ponto, era isenta. Já Aurélio Porto retratou o trabalho dos alemães de forma elogiosa e laudatória.

Cada vez mais, aumenta a investigação histórica em ambiente acadêmico. Teses de mestrandos e doutorandos proporcionam visão mais documental da história. Surgem, também, trabalhos investigativos não-acadêmicos.

Há dois textos de pesquisadoras dos anos 1980 que relacionam a imigração com a escravidão. Uma da PUC. A outra da UFRGS/Unisinos. Há pinturas de Pedro Weingärter sobre este tema, também.

Duas linhas investigativas exemplificam as pesquisas atuais. Uma relaciona a imigração com a questão ambiental. Como o custo dos desmatamentos. Outra linha foca na micro-história, com trajetórias, biografias, redes.

Adaptado de aula do Professor Marcos Antônio Witt
Imagem adaptada de Conceitos

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