quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Tratado de Madrid e Guerra Guaranítica

O Tratado de Madrid (1750) representou a troca da Colônia de Sacramento pelos povos das missões orientais do Rio Uruguai. O Tratado de Madrid defendia o princípio do Uti possidetis. Ou seja, quem usa tem a posse.

Sepé Tiaraju e a Guerra Guaranítica (Grupo Escolar)
Sepé Tiaraju e a Guerra Guaranítica

Os portugueses pregavam as fronteiras naturais (rios). E não respeitavam. Ficaram com a Amazônia, o Mato Grosso e o Rio Grande de São Pedro. E a comunicação fluvial com o Grão Pará e o Maranhão.

Gomes Freire de Andrade, Conde de Bobadela, passou dez anos no RS. Ele colocou os marcos de pedra na região de Castilhos Grande. Hoje, Punta del Diablo, Uruguai. Eram os marcos de fronteira do Tratado de Madrid.

Guerra Guaranítica
Os jesuítas eram uma ameaça econômica. Os espanhóis expulsaram-nos e puseram no lugar administradores militares.

Espanhóis e portugueses uniram-se contra os índios. Estes passam a escrever cartas. E reivindicar a posse das terras.

Na Batalha de Caiboaté, em fevereiro de 1756, morreram cerca de 1500 índios.

Os índios fizeram espanhóis e portugueses recuarem. E as missões persistiram por um século a mais.

Os portugueses não conseguiram tomar posse das Missões. E também não entregaram prontamente Colônia de Sacramento. "Fizeram-se de loucos"...

Tratado de El Pardo (1761)
Admite o fracasso do Tratado de Madrid. Num período de grande conflito. Com guerras que duraram 15 anos.

Adaptado da palestra "Cenário de Fronteira Viva", do Professor Fábio Kühn.
Imagem adaptada de Grupo Escolar.

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