sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Brasil do Açúcar 1530–1650

Quando cai o lucro na Índia, Pero Afonso de Souza e Martin Afonso de Souza vem fazer o reconhecimento do Brasil. Exploram o litoral, em 1531-32. Os irmãos portugueses não encontram metais. E optam pelo açúcar.

Auge da Exploração do Açúcar no Brasil (1530-1650)
Exploração do Açúcar no Brasil

Assim, surgem as capitanias de Pernambuco e São Vicente. Inicialmente, elas usam mão de obra indígena. É a fase dos governos gerais (Tomé de Souza, Mem de Sá).

Flandres compreendia os atuais territórios de Bélgica, Holanda e sul da França. E os flamengos eram os detentores dos barcos. Assim, ganharam muito dinheiro com o açúcar. Estima-se que eles ficavam com 70% do lucro. Os portugueses, com 25%. E os senhores de engenho, com apenas 5%.

O domínio holandês, no Brasil, durou de 1630 a 1654. Eles aproveitaram o período de União das Coroas, de 1580 a 1640. Dom Sebastião faleceu em 1578, sem deixar herdeiros. E assim, Portugal uniu-se à Espanha. Como os flamengos eram inimigos dos espanhóis. Isso levou aos conflitos pelo açúcar no nordeste brasileiro.

É o período do mare liberium. Época em que chegam os jesuítas. Eles rumam para o sul do Brasil. Em 1605, eles chegam a Tramandaí. Na mesma época, os paulistas buscavam índios, no sul, para trabalhar em São Paulo. O custo dos negros torna-se muito caro no início do século XVII.

De 1626 a 1641, fundam-se os 18 povos missioneiros. O assédio dos paulistas tem início em 1634. Eles passam a levar os escravos indígenas para São Paulo. Enfim, a Batalha de Mbaboré destrói os 18 povos.

Em 1640, acaba a união de Portugal e Espanha. O retorno do mare clausum marca o retorno do Tratado de Tordesilhas. Surge, então, o termo gaúcho (ladrão). Ele se aplica aos portugueses em terra espanhola.

Adaptado da aula "Peculiaridades da Formação do Rio Grande do Sul", da historiadora Vera Maciel Barroso.
Imagem adaptada de Ensinar História.

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