segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Visita ao Museu Paleontológico de Candelária

O Museu Municipal de Candelária é considerado um dos principais museus de Paleontologia do Brasil. A instituição abriga espécies não vistas em outros locais. Algumas descobertas na própria cidade.

Dinossauro - Museu Municipal de Candelária
Cabeça de Dinossauro

Contato com o Curador
Consegui o telefone do senhor Carlos Rodrigues, curador do museu, com o senhor Joel, do Hotel Recanto. E não levava muita fé que seria atendido. Afinal, era manhã de domingo de um feriado de primeiro de maio.

Liguei às 9h25. Deixei tocar umas cinco vezes. Quando passei na recepção para confirmar o número, o meu telefone tocou. O senhor Carlos passou o endereço do museu e disse que poderíamos fazer a visita às 10h.

Crânio - Museu Municipal de Candelária
Crânio - Museu Municipal de Candelária


Visita ao Museu de Candelária
O volume de informações passadas é enorme. Mas meu objetivo aqui não é dar uma aula de paleontologia. Afinal, não tenho conhecimento técnico para isso. Assim, restrinjo-me a registrar algumas curiosidades.

Crocodilo - Museu Municipal de Candelária
Crocodilo do Período Terciário

# O basalto é uma rocha mais dura, devido a seu período de resfriamento. Já o granito é ainda mais duro, pois o resfriamento da lava ocorre dentro da terra. Os fragmentos de basalto geram lama. Os do granito, areia;

# Uma característica que diferencia os dinossauros dos répteis anteriores é o apoio dos pés sobre os calcanhares. Os dinossauros eram plantígrados. E os répteis anteriores eram digitígrados, andando sobre os dedos;

Representação de Réptil - Museu Municipal de Candelária
Representação de Réptil

# Os anfíbios evoluíram dos peixes. Mas tinham um grande problema: a fertilização externa. Embriões dos amniotas eram protegidos por membrana amniótica. E os ovos tinham casca, podendo ser postos na terra;

Evolução de peixe para anfíbio - Museu Municipal de Candelária
Evolução de peixe para anfíbio

# Os amniotas originaram os répteis e os pelicossauros. Os répteis deram origem a dinossauros e aves. E os pelicossauros originaram os mamíferos. Porém não restou nenhum exemplar do ramo dos pelicossauros;

Representação de Pelicossauro - Museu Municipal de Candelária
Representação de Pelicossauro

# Hoje, parece certo que um meteoro extinguiu a vida de seres com mais de 20 kg, há mais de 160 milhões de anos. O meteoro formou a cratera na Península de Iucatã, no México, e exterminou os dinossauros;

Fóssil - Museu Municipal de Candelária
Fóssil no Museu Municipal de Candelária

# O cinodonte é um precursor dos mamíferos. Ele sobreviveu ao impacto do meteoro por ser pequeno, viver em cavernas, ter hábito noturno e possuir dentição adaptada para carne e vegetais. Ele parecia com um rato.

O relato segue com...
Aqueduto e Cerro Botucaraí, em Candelária

domingo, 28 de fevereiro de 2016

Ponte do Império, Candelária

O arquiteto alemão Carlos Himberto Puhlmann construiu a ponte de pedra sobre o Arroio Passa Sete, de 1879 a 1880. Pelo local passavam tropeiros, carregando as mercadorias do pampa para a região “de cima da serra”.

Ponte do Império, Candelária (RS)
Ponte do Império, Candelária (RS)

A construção da ponte de pedra foi financiada pelo governo de Rio Pardo. O custo final da ponte foi de quinze contos, quinhentos e cinquenta e cinco mil, novecentos e oitenta réis. Muito dinheiro para a época.

Localização: Alto Passa Sete, a 17 km do centro de Candelária.

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Engenho, Moinho e Ponte do Império

Cruz de Pedra, Candelária

Birivas eram tropeiros que transportavam mercadorias do pampa para a região “de cima da serra”. Certa vez, uma tropa descia da serra. E na altura da escadaria, um biriva com encosta abaixo, com sua égua.

Cruz de Pedra - Pedra da Índia, Candelária (RS)
Cruz de Pedra, Candelária (RS)

Durante a queda, o biriva fraturou uma perna. Impossibilitado de prestar socorro sozinho o tropeiro-chefe buscou auxílio de Juca Bento. A casa de Juca ficava pouco depois da Ponte do Império.

Caía a noite, quando Juca e o tropeiro chegaram ao local. A cena era estarrecedora. Uma onça e os três filhotes comiam o biriva. Com uma tocha na mão e um revólver calibre 44 na outra, Juca matou as onças.

A cruz marca o local onde o biriva morreu.

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Engenho, Moinho e Ponte do Império

Engenho de Serra e Moinho Colonial, Candelária

O Engenho de Serra e Moinho Colonial funcionam há décadas. E inicialmente, eram movidos só pela força da água. Um canal conduzia-a o Arroio Passa Sete até a turbina. Ela impulsionava o equipamento e retornava ao arroio.

Engenho de Serra, Candelária (RS)
Engenho de Serra, Candelária (RS)

Localização: Linha Passa Sete, Candelária.

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Engenho, Moinho e Ponte do Império

Cerro Botucaraí, Candelária

O Cerro Botucaraí, em Candelária, tem 570 metros de altura. E é um dos mais altos do RS. Isso faz do local um ótimo ponto para rapel. Na Semana Santa, fieis buscam as águas supostamente milagrosas de uma fonte.

Cerro Botucaraí, Candelária (RS)
Cerro Botucaraí, Candelária (RS)

Muitas lendas cercam o local. A mais famosa é a do monge João Maria de Agostini. Perseguido em Santa Maria, teria se refugiado no Cerro Botucaraí. Em Candelária, ele teria conquistado a simpatia da população.

O carisma do monge não foi suficiente, porém, para evitar a prisão. Agostini teria, então, deixado uma maldição sobre Candelária. Ainda hoje, peregrinos seguem até o cerro, onde pagam promessas e fazem pedidos.

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Aqueduto e Cerro Botucaraí, em Candelária

sábado, 27 de fevereiro de 2016

Aqueduto de Candelária

O imigrante alemão João Kochenborger chegou à região em 1862. Fundou a colônia germânica. Entre 1868 e 1870, João construiu o aqueduto na Linha Curitiba. Hoje, fica a 2 km da sede de Candelária.

Aqueduto e Cerro Botucaraí, Candelária (RS)
Aqueduto e Cerro Botucaraí

Composto por 79 arcos, o aqueduto possui 304 metros de comprimento, 97 cm de espessura e três metros de altura. Os milhares de tijolos usados no aqueduto foram produzidos na propriedade.

Casarão junto ao Aqueduto, Candelária (RS)
Casarão junto ao Aqueduto

Pelo canal circulava água do Arroio Molha Grande. Esta acionava duas rodas d’água. Elas geravam energia para mover o engenho de serra, o moinho de milho e trigo, o secador de erva-mate e o descascador de arroz.

Casarão e Aqueduto, Candelária (RS)
Casarão entre os arcos do Aqueduto

Em 11/01/1988, o aqueduto foi declarado patrimônio histórico do município. Ainda em 1988, ele foi restaurado. Hoje, o Aqueduto de Candelária integra o roteiro turístico Caminho dos Tropeiros.

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Aqueduto e Cerro Botucaraí, em Candelária

Cabeça de Touro no sítio do Aqueduto de Candelária (RS)
Cabeça de touro no sítio do Aqueduto

Museu Municipal de Candelária

O destaque do Museu Municipal Aristides Carlos Rodrigues são os animais do Período Triássico. Eles viveram entre 220 e 230 milhões de anos. O museu destaca curiosidades evolutivas de alguns animais:

Dicinodonte - Museu Municipal de Candelária
Dicinodonte - Museu Municipal de Candelária

# a posição dos membros dos Dinodontosaurus;
# o crânio do Jachaleria;
# a dentição dos Rincossauros.

O Museu Municipal de Candelária reúne animais de grande e pequeno porte. Como os Tecodontes e o Candelariodon, respectivamente. Ou carnívoros (Guaibasaurus candelariensis) e herbívoros (Massetognathus).

Localização: Avenida Pereira Rego, 994, centro de Candelária.

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Visita ao Museu de Candelária

Candelária, Rio Grande do Sul

A cidade fica na região central do Estado. E oferece atrativos históricos e naturais. O relevo local é um convite ao ecoturismo. E, neste sentido, o Monte Botucaraí é o grande atrativo da região.

Cidade de Candelária no mapa do Rio Grande do Sul
Candelária, Rio Grande do Sul

Os atrativos históricos integram a rota turística Caminho dos Tropeiros. São eles: Aqueduto, Horto Medicinal Girassol, Agroindústria Rodeio da Figueira, Museu Rural, Ponte do Império, Engenho de Serra e Moinho Colonial.

Em 1936, pesquisadores de Harvard encontram, na cidade, um animal do triássico. Ele está no Museu de Zoologia da instituição. O Museu Municipal de Candelária tem no acervo animais que viveram há 230 milhões de anos.

Babosa - Horto Medicinal, Candelária (RS)
Babosa no Horto Medicinal de Candelária


Mapa de Candelária adaptado do Wikipedia.

Distâncias
Porto Alegre = 184 km
Santa Maria = 100 km

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Rota dos Casarões por Conta Própria

A Rota dos Casarões é o principal turístico de Sobradinho. E no momento, contempla quatro casas antigas, uma cantina e uma capela. Ela pode ser percorrida com guia, mediante agendamento, ou por conta própria.

Casarão Colonial, Sobradinho (RS)
Casarão Colonial, em Sobradinho


Continuação de...
Como Chegar Á Barragem de Itaúba


Como Chegar ao Distrito de Campestre
A Rota dos Casarões fica em Campestre, distrito de Sobradinho. E para se chegar a Campestre é preciso partir de Sobradinho em direção à Ibarama, pela RS 347. Até Campestre são cerca de 3 km.

Museu Tia Helena, Sobradinho (RS)
Museu Tia Helena


Capela Nossa Senhora da Consolação
A capela não é a primeira atração para quem parte de Sobradinho ou de Ibarama. Ela fica quase no meio da Rota dos Casarões. Porém, é o principal ponto de referência. Por isso, listei como o primeiro item do roteiro.

Capela Nossa Senhora da Consolação, Sobradinho (RS)
Capela Nossa Senhora da Consolação


Sementes Cereta (Cantina)
Ao deixar a capela, siga no sentido Sobradinho – Ibarama. O acesso para a cantina fica na primeira estrada de terra à esquerda. Dá menos de 500 metros até a placa que identifica o local, à direita da estrada.

Sementes Cereta, Sobradinho (RS)
Sementes Cereta


Casarão Francisco Puntel
Deixe a cantina e siga à direita pela estrada de terra. A placa indicando o Casarão Francisco Puntel fica uns 100 metros à frente. Pegue o acesso por terra à direita. O casarão fica à esquerda, após cruzar uma pontezinha.

Casarão Francisco Puntel, Sobradinho (RS)
Casarão Francisco Puntel


Casarão Nilo Puntel
Ao deixar o Casarão Francisco Puntel, retome a estrada geral de terra e siga à direita. Uns 500 ou 600 metros à frente, fica a placa indicando o Casarão Nilo Puntel. Este fica à esquerda, a poucos metros da estrada geral.

Casarão Nilo Puntel, Sobradinho (RS)
Casarão Nilo Puntel


Casarão Cella
Ao deixar o Casarão Nilo Puntel, deve-se retornar pela estrada de terra à rodovia RS 347. E seguir na rodovia no sentido Sobradinho – Ibarama. O acesso até o Casarão Cella fica na primeira estrada de terra à direita.

Antigo Porão Italiano - Sobradinho (RS)
Antigo Porão Italiano


Casarão Miotto
Tal casa não faz mais parte da rota. A construção original, de madeira, de 1917, foi destruída por um incêndio. A construção atual é de 1932. Para chegar a ela, siga pela RS 347, no sentido Ibarama – Sobradinho.

O Casarão Miotto fica 1 km após a Capela Nossa Senhora da Consolação, à direita. Próximo, há uma estrutura semelhante a uma parada de ônibus. Esta pode ser a referência para chegar ao casarão.

Casarão Raminelli -Sobradinho (RS)
Casarão Raminelli

Casarão Raminelli
Para ir ao Casarão Raminelli, siga a RS 347, no sentido Ibarama – Sobradinho. Ele fica cerca de 1 km após o Casarão Miotto, também à direita. Mas a construção fica um pouco mais afastada da rodovia.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Caio Fernando Abreu: Escritor Gaúcho

Caio Fernando Loureiro de Abreu nasceu em Santiago, em 12/09/1948. Aos 6 anos, escreveu os primeiros textos. E mais tarde, destacou-se escrevendo sobre sexo, medo e solidão. Faleceu, em Porto Alegre, em 25/02/1996.

O escritor gaúcho Caio Fernando Abreu
O escritor gaúcho Caio Fernando Abreu


Década de 1960
Em 1966, a Revista Cláudia publica o conto “O Príncipe Sapo”. Neste ano, Caio escreve o romance “Limite Branco”. Na época, vivia em Porto Alegre. E transitava tanto entre “engajados” como entre “alienados” políticos.

No ano seguinte, inicia os cursos de Letras e Artes Dramáticas, na UFRGS. Em 1968, muda-se para São Paulo. Participa do lançamento da revista Veja. Perseguido pelo DOPS, refugia-se no sítio Casa do Sol, de Hilda Hilst.

Na época, o caráter “cigano” de Caio Fernando Abreu vem à tona. Inquieto, o escritor sempre muda. De cidade. De estado. De país. Entre temporadas na Europa, vive em Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro.

Caio define-se mais como escritor do que como jornalista. E os trabalhos em jornais e revistas serviam para o sustento. A verdadeira paixão de Caio era a literatura. Os contos. Os romances. As peças. As novelas. Os poemas.


Década de 1970
Participa da antologia de autores gaúchos “Roda de Fogo”, em 1970. E no ano seguinte, mora no Rio de Janeiro. Colabora com as revistas Manchete e Pais e Filhos. Após prisão por porte de drogas, retorna a Porto Alegre.

Em 1972, trabalha na redação do jornal Zero Hora. Em 1973, exila-se na Europa. Passa um ano fora. Circula por Espanha, Suécia, Países Baixos, Inglaterra e França. Em Londres, é modelo numa escola de belas artes.

Retorna a Porto Alegre, em 1974. Escreve e atua em “Sarau das 9 às 11”. E em 1975, a Censura corta trechos do livro “O Ovo Apunhalado”. Em 1976, participa das antologias: “Assim Escrevem os Gaúchos” e “Teia”.

Caio aparece em outra antologia, em 1977, “Histórias de Um Novo Tempo”. Em 1978, muda para São Paulo, onde escreve para a revista Pop. E participa da “Antologia da Literatura Rio-Grandense Contemporânea”.

Obras
# “Inventário do Irremediável” – contos, 1970. Reeditado, em 1995.
# “Limite Branco” – romance, 1970.
# “O Ovo Apunhalado” – contos, 1975.
# “Pedras de Calcutá” – contos, 1977.


Década de 1980
Em 1980, recebe prêmio pelo conto “Sargento Garcia”. No ano seguinte, edita a revista Leia Livros. E lança “Morangos Mofados”, em 1982. Muda-se, em 1983, para o Rio de Janeiro. E colabora com a revista Isto É.

Luciano Alabarse encena “Pode Ser que Seja Apenas o Leiteiro Lá Fora”, em 1984. Caio volta a São Paulo, em 1985. E roteiriza a série “Joana Repórter”, com Regina Duarte. Em 1986, escreve para O Estado de São Paulo.

Em 1987, Caio escreve a peça “A Maldição do Vale Negro”, com Luiz Arthur Nunes. Em 1988, escreve o livro infantil “A Franga”. E participa da antologia “Mel e Girassóis”. Regina Zilberman organiza a obra.

Obras
# “Morangos Mofados” – contos, 1982.
# “Triângulo das Águas” – novelas, 1983.
# “Os Dragões Não Conhecem o Paraíso” – novelas, 1988.
# “Mel & Girassóis” – contos, 1988.
# “A Maldição do Vale Negro” – teatro, 1988.
# “As Frangas” – novela infanto-juvenil, 1989.


Década de 1990
Em 1992, Caio passa três meses em Saint-Nazaire, França, como bolsista do MEET. Lá, escreve o conto “Bien Loin de Marienbad”. No ano seguinte, textos de Caio Fernando Abreu são lidos na Alemanha e na Holanda.

Caio participa do primeiro Porto Alegre em Cena, em 1994. Lê o monólogo “O Homem e A Mancha”, inspirado em Dom Quixote, de Cervantes. No mesmo ano, participa da 46ª Feira Internacional do Livro de Frankfurt.

Ainda em 1994, descobre ser portador do HIV e retorna da Europa. Volta a viver com os pais. Dedica-se à jardinagem. E cultiva um jardim de rosas, com o pai. Na jardinagem, parece descobrir uma nova paixão.

Em 1995, Caio lança a antologia de contos “Ovelha Negra”. E é o patrono da 41ª Feira do Livro de Porto Alegre. Em 1996, lança “Pequenas Epifanias”. E em 05/02, interna, no Hospital Moinhos de Vento, por pneumonia.

Caio Fernando Abreu falece em 25/02, por complicações associadas a AIDS. É sepultado no Cemitério São Miguel e Almas. Depois, é transferido para o jazigo da família no Cemitério Ecumênico João XXIII.

Obras
# “Onde Andará Dulce Veiga?romance, 1990.
# “Ovelhas Negras” – contos, 1995.
# “Estranhos Estrangeiros” – contos, 1996.
# “Pequenas Epifanias” – crônicas, 1996.

Publicações Póstumas
# “Teatro Completo” – teatro, 1997.
# “Girassóis”– crônica infanto-juvenil, 1997.
# “Fragmentos – 8 Histórias e Um Conto Inédito” – contos, 2000.
# “Cartas” – correspondência, 2002.
# “Caio 3D – O Essencial da Década de 1970” – diversos, 2005.
# “Caio 3D – O Essencial da Década de 1980” – diversos, 2005.
# “Caio 3D – O Essencial da Década de 1990” – diversos, 2005.
# “Caio Fernando Abreu: Melhores Contos” – contos, 2006.
# “Além do Ponto e Outros Contos” – contos, 2009.
# “A Vida Gritando nos Cantos” – crônicas, 2012.
# “Poesias Nunca Publicadas de Caio Fernando Abreu” – poesia, 2012.
# “Caio Fernando Abreu de A a Z” – fragmentos da obra, 2013.
# “A Comunidade do Arco-íris” – teatro, 2013.

Texto adaptado do site Caio Fernando Abreu.

Como Chegar à Barragem de Itaúba

A Usina Hidrelétrica de Itaúba, em Pinhal Grande, tem como grande atrativo a sua barragem. Ela pode ser vista de diversos pontos do município. Nesta postagem, irei ensinar como chegar à barragem e à usina.

Vista Alta da Barragem Itaúba - Pinhal Grande (RS)
Vista alta do Lago de Itaúba


Continuação de...
Como Chegar ao Mirante Paga Peão


Do Centro ao Rincão da Várzea
A Usina Hidrelétrica de Itaúba fica na direção de Estrela Velha, a 23 km do centro de Pinhal Grande. Assim, para irmos à barragem e à usina, devemos ir em direção ao município de Estrela Velha. As placas indicam isso.

Usina Hidrelétrica Itaúba, Pinhal Grande (RS)
Usina Hidrelétrica Itaúba, Pinhal Grande

Partindo do centro de Pinhal Grande, vá até igreja. E siga à esquerda, pela rua que passa em frente à igreja. Você andará por aproximadamente 10 km e chegará a um povoado chamado Rincão da Várzea.

Barragem da Usina Hidrelétrica Itaúba - Pinhal Grande (RS)
Barragem da Usina Hidrelétrica Itaúba


Do Rincão da Várzea ao Rincão Appel
Em Rincão da Várzea, siga a placa que indica o Rincão Appel. Do Rincão da Várzea até o Rincão Appel são 5 km. No Rincão Appel, siga à direita. Uma placa indica a direção da Usina Hidrelétrica Itaúba.

Comporta da Usina Hidrelétrica Itaúba, Pinhal Grande (RS)
Comporta da Usina Hidrelétrica Itaúba

O Rincão Appel é um ponto importante. Até chegar ali, a estrada é a mesma para o Mirante Paga Peão e a Usina Hidrelétrica de Itaúba. No Rincão Appel, seguindo-se à esquerda, chega-se ao mirante. E à direita, à usina.

Lago da Usina Hidrelétrica Itaúba, Pinhal Grande (RS)
Lago da Usina Hidrelétrica Itaúba


Do Rincão Appel à Usina Hidrelétrica
Siga à direita, em direção à Barragem de Itaúba, à UHE de Itaúba e ao município de Estrela Velha. Do Rincão Appel à Usina Hidrelétrica são 8 km. Da usina até Estrela Velha são mais 14 km.

O relato segue com...
Rota dos Casarões por Conta Própria

Vaca em pastagem próxima ao Lago da Usina Hidrelétrica de Itaúba - Pinhal Grande (RS)
Vaca em pastagem próxima ao Lago de Itaúba

Há vários pontos para você fotografar o lago da barragem. Antes, depois e a partir da própria usina. Quando seguia para Estrela Velha, fotografei o lago de uma pastagem cheia de vacas... 

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Como Chegar ao Mirante Paga Peão

Pinhal Grande tem na natureza os principais atrativos. E um dos melhores locais para a contemplar é o Mirante Paga Peão. Ensinarei a você como chegar ao mirante natural.

Mirante Paga Peão, em Pinhal Grande (RS)
Mirante Paga Peão, em Pinhal Grande (RS)


Do Centro ao Rincão da Várzea
O Mirante Paga Peão fica na Comunidade Medianeira, a 25 km do centro de Pinhal Grande. Essa é a principal referência, portanto: devemos ir sempre em direção à Comunidade de Medianeira. As placas indicam isso.

Partindo do centro de Pinhal Grande, vá até igreja. E siga à esquerda, pela rua que passa junto à igreja. Você andará por aproximadamente 10 km e chegará a um povoado chamado Rincão da Várzea.

Bezerro de oito dias próximo ao Mirante Paga Peão, Pinhal Grande (RS)
Bezerro com oito dias de vida.


Do Rincão da Várzea ao Rincão Appel
Em Rincão da Várzea, cuide as placas e siga a que indica o Rincão Appel. Do Rincão da Várzea ao Appel são 5 km. No Rincão Appel, siga à esquerda. E passe em frente à Igreja de São Judas.

O Rincão Appel é um ponto importante. Até chegar ali, a estrada é a mesma para o Mirante Paga Peão e a Usina Hidrelétrica de Itaúba. No Rincão Appel, seguindo-se à esquerda, chega-se ao mirante. E à direita, à usina.

Bezerro no Mirante Paga Peão, Pinhal Grande (RS)
Bezerro na propriedade junto ao mirante


Do Rincão Appel à Comunidade Medianeira
Siga à esquerda e passe em frente à Igreja São Judas. E 2 km depois, verá a placa indicando a Comunidade Medianeira, 4,5 km à direita. Neste local, há um ponto de ônibus como referência.

Entre à direita ali. E percorra 8 km, até o fim da estrada de terra. Ela acaba numa propriedade de onde se segue a pé ao Mirante Paga Peão. O ideal, ao chegar à propriedade, é perguntar como ir ao mirante.

Cactus no Mirante Paga Peão, Pinhal Grande (RS)
Cactus no Mirante Paga Peão


Da Propriedade ao Mirante Paga Peão
Como na introdução da postagem eu disse que ensinaria como chegar ao mirante, farei um esforço nesse sentido. Isso fica um pouco difícil, pois não registrei qualquer fotografia do trajeto.

Pois bem: do fundo da propriedade, siga em direção ao açude. Será preciso passar sobre uma cerca de tela. Então, contorne o açude, no sentido de 9h para 12h, imaginando-se um relógio de ponteiros.

Bezerro próximo ao Mirante Paga Peão, Pinhal Grande, RS
Bezerro visto no retorno do mirante.

Você chegará a um pequeno mato e precisará pular outra cerca. Então, siga entre a cerca e a plantação de soja. No fim, há um mato. O acesso para o Mirante Paga Peão fica uns 20 metros à direita.

No retorno à propriedade, aproveitei para fotografar um bezerro de 8 dias!

O relato segue com...
Como Chegar à Barragem de Itaúba

 
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