quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Museu João Goulart, São Borja

A casa onde o ex-presidente João Goulart morou durante a juventude foi convertida em museu. Além de documentos e objetos pessoais, o local abriga painéis que ajudam a contar a história de Jango.

Museu João Goulart, em São Borja
Museu João Goulart, em São Borja

Busto em bronze do ex-presidente João Goulart, em frente à Prefeitura Municipal de São Borja.
Busto do ex-presidente João Goulart, em
frente à Prefeitura Municipal de São Borja.

Localização: Avenida Presidente Vargas, 2.033, São Borja.


Veja também...
São Borja: A Terra dos Presidentes

Museu Getúlio Vargas, São Borja

O prédio foi construído em 1910. Getúlio Vargas morou ali, de 1911 a 1923. O local foi, posteriormente, transformado em um museu. E abriga fotografias, documentos e objetos pessoais do ex-presidente.

Detalhe da fachada do Museu Getúlio Vargas, São Borja.
Detalhe da fachada do Museu Getúlio Vargas.
  
Os itens que mais chamam a atenção são aqueles relacionados à morte de Getúlio Vargas. Destaque para a certidão de óbito. E o lençol manchado de sangue usado na cama onde ele se suicidou, em 1954.

Busto em bronze do ex-presidente Getúlio Vargas, em frente à Prefeitura Municipal de São Borja.
Busto em bronze de Getúlio Vargas, em
frente à Prefeitura Municipal de São Borja.

Localização: Avenida Presidente Vargas, 1.722, São Borja.
Funcionamento: 2ª a sábado das 9h às 12h e das 14h às 17h. E domingo, das 9h às 12h.

Veja também...
São Borja: A Terra dos Presidentes

São Borja, Rio Grande do Sul

A cidade de São Borja faz parte dos Sete Povos das Missões. Localizada na fronteira com a Argentina, abriga poucos vestígios dos tempos da redução jesuítas. Eles concentram-se no Museu Missioneiro e na Igreja Matriz.

Cidade de São Borja identificada no mapa do Rio Grande do Sul.
São Borja, Rio Grande do Sul

São Borja também se destaca na história política do Brasil. Nesta cidade, nasceram dois ex-presidentes. Getúlio Vargas, em 1882. E João Goulart, o Jango, em 1919. Por isso, a cidade é conhecida com “Terra dos Presidentes”.

Mapa de São Borja adaptado do Wikipedia.

Imagem de São Francisco de Borja, na Igreja Matriz de São Borja.
São Francisco de Borja, na Igreja Matriz

Distâncias
Porto Alegre = 566 km
Santo Ângelo = 195 km
Santo Tomé = 14 km
Uruguaiana = 181 km

Jazigo da Família Vargas, no Cemitério Jardim da Paz, em São Borja.
Jazigo da Família Vargas, Cemitério Jardim da Paz


Atrações Turísticas

Fachada do Museu João Goulart, em São Borja.
Museu João Goulart, em São Borja

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

A Redução Jesuítica Argentina de La Cruz

A redução de La Cruz foi fundada em 1630 pelo padre Cristobal Altamirano, em território hoje brasileiro. Na localização definitiva, na Argentina, há o único relógio de sol remanescente dentre as reduções argentinas.

Lápide de arenito no Museu de La Cruz, na Argentina.
Lápide de arenito no Museu de La Cruz


Continuação de...
A Redução Jesuítica Argentina de Yapeyú


Os Ataques Bandeirantes
O local onde a redução foi fundada era conhecido como Asunción de la Cruz de Mbororé. Ficava próximo ao rio Ibicuy. Em decorrência dos frequentes ataques dos bandeirantes, a redução acabou mudando de local.

Único relógio de sol remanescente entre as quinze reduções jesuítas argentinas. La Cruz, Argentina.
Único relógio de sol remanescente entre
as quinze reduções jesuítas argentinas.


A Redução Cruza o Rio Uruguai
De 1638 a 1639, os padres Cristóvão Altamirano e Pedro Romero conduziram a migração ao outro lado do Rio Uruguai. Ali, formam a nova redução jesuíta que se destacou, principalmente, pela exploração de pedras.

Santa no retábulo do altar da Igreja de La Cruz, Argentina.
Santa na Igreja de La Cruz


De Yapeyú a La Cruz
Deixei Yapeyú rumo a La Cruz. Localizada a 40 km de Yapeyú, La Cruz foi a última redução jesuíta que visitei na Argentina. Acabei não visitando duas reduções das quinze presentes na Argentina: Mártires e San José.

Monumento à Mãe, na praça de La Cruz, na Argentina.
Monumento à Mãe, na praça de La Cruz.


Os Museus e A Igreja Matriz
La Cruz possui dois pequenos museus. Um junto à Igreja Matriz. E outro na rua ao lado. Entre os museus há o prédio da polícia. Quando cheguei a La Cruz, os dois museus estavam fechados. Mas abririam em 30 minutos.

Detalhe da lápide de arenito no Museu de La Cruz, na Argentina.
Detalhe da lápide de arenito no museu.


Relógio de Sol
No meio tempo, passei pelo relógio de sol. Ele impressiona por estar no topo de uma coluna. Os que eu havia visto anteriormente ficavam a 1,5 metros do solo. Uma das faces marcava as horas no verão, outra no inverno.

Relógio de sol jesuíta disposto no topo de coluna, em La Cruz, Argentina.
Relógio de sol disposto no topo de coluna.


O Rio Uruguai
A ideia era passar em algum local para comer. Acabei pegando a rua no sentido contrário, em direção ao Rio Uruguai. Quando fotografava o rio, vi que a bateria estava acabando. Assim, passei na igreja para recarregar.

Rio Uruguai: separa Argentina e Brasil.
Rio Uruguai: separa Argentina e Brasil. 


Conversa com o Pároco
Ali, conversei com o pároco Antonio Javier. Ele presenteou-me com um livro sobre a história da cidade. E mostrou duas heranças do período jesuíta: um móvel e a imagem de uma santa.


Santa no Retábulo do Altar
Conforme o padre, a igreja original pegou fogo. E só um item resistiu ao incêndio. O móvel de madeira parece um cofre. Dentro dele, a imagem da santa, exposta hoje no retábulo do altar.

Santa no retábulo do altar da Igreja de La Cruz, Argentina.
Santa no retábulo do altar.


Santo Negro no Museu de La Cruz
Quando me despedi do padre, o museu estava aberto. O local possui itens que contam a história da cidade. Do período jesuíta ao século XX. Chamou minha atenção um santo negro. Não havia visto nas outras reduções.

Coluna que sustenta o relógio de sol jesuíta na redução de La Cruz.
Coluna que sustenta o relógio de
sol jesuíta na redução de La Cruz.

Lápide em Arenito no Museu
O outro museu também é pequeno. Ele abriga uma escultura em arenito, parte de uma lápide. Há também uma canoa indígena, com cinco metros, encontrada na margem do Rio Uruguai, em 2009.

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

A Redução Jesuítica Argentina de Yapeyú

A redução de Nuestra Señora de los Tres Reyes de Yapeyú foi fundada, em 1625, pelo padre Pedro Romero e o provincial Durán Mastrilli. Ela fica na margem direita do Rio Uruguai, onde deságua o Rio Yapeyú.

Índio guarani e General San Martín: símbolos de Yapeyú, na Argentina.
Índio guarani e General San Martín:
símbolos de Yapeyú, na Argentina.

Continuação de...
Não dei muita sorte com os museus no feriado Páscoa. Na véspera, estavam fechados em Santa Rosa e Santiago, no Paraguai. Sábado, os museus de San Carlos e de Yapeyú, na Argentina, estavam fechados.

Ruínas da redução de Yapeyú, no Museo de La Cultura Jesuítica.
Ruínas da redução de Yapeyú, no museu.

Busto do General José de San Martín,  herói da Independência da Argentina.
Busto do General José de San Martín,
herói da Independência da Argentina.

Chegada a Yapeyú
Cheguei a Yapeyú, a 140 km de Santo Tomé, e perguntei pelas ruínas e pelo museu. Uma moça os indicou. Estava na rua certa. E a poucos metros das ruínas. O Museo de La Cultura Jesuítica ficava a uns 500 metros.

Ruínas da casa do General San Martín, em Yapeyú, Argentina.
Ruínas da casa do General San Martín.

Prédio que envolve casa de San Martín, em Yapeyú.
Prédio que envolve casa de San Martín


Cotiguazú de Yapeyú
As ruínas eram de um Cotiguazú. Esta era a habitação destinada a viúvas e idosos. Adúlteras e solteiras, eventualmente, viviam nestes locais. E pouco restou do Cotiguazú da redução de Yapeyú.

Ruínas do cotiguazú de Yapeyú, na Argentina.
Ruínas do cotiguazú de Yapeyú.

Peça circular de pedra, no pátio externo do Museo de La Cultura Jesuítica, em Yapeyú, Argentina.
Museo de La Cultura Jesuítica, em Yapeyú.


Ruínas no Pátio do Museu
Como o museu estava fechado, só fotografei as ruínas do pátio. Na verdade, pedras que não chegavam a formar uma construção. Segui a pé e, bem à frente da prefeitura, fotografei uma estátua de San Martín.

Remanescentes da redução de Yapeyú, no Museo de La Cultura Jesuítica.
Remanescentes da redução de Yapeyú.

Estátua de San Martín, em frente ao prédio da Prefeitura de Yapeyú.
Estátua de San Martín, em frente
ao prédio da Prefeitura de Yapeyú.


Centro de Informações
Passei pelo Centro de Informações, à esquerda da prefeitura. Funciona em antiga habitação indígena. Um tanto modificada, é bem verdade. Dali, segui para a casa do General San Martín, libertador da Argentina.

Prédio construído sobre as ruínas de casas indígenas da redução de Yapeyú.
Prédio construído sobre as ruínas de casas
indígenas. Governo negocia com proprietários.

Casa onde viveu o General San Martín, em Yapeyú.
Casa onde viveu o General San Martín.


Casa de San Martin
Conforme a guia, só restou ¼ da construção original, a qual usou pedras da antiga redução jesuíta. Ali, estão os restos mortais dos pais do general. Já os restos mortais de San Martín estão na Catedral de Buenos Aires.

Entrada casa de San Martín, em Yapeyú.
Entrada casa de San Martín.

Restos mortais dos pais de San Martín. Ao fundo, as ruínas da casa do General.
Restos mortais dos pais de San Martín. Ao
fundo, as ruínas da casa do General.


Troca da Guarda
Em torno das ruínas da casa de San Martín, foi erguida uma bela construção. Junto aos restos mortais, um guarda faz vigilância. Ele sai a cavalo para o quartel e é substituído por outro guarda que vem também a cavalo.

Troca da guarda, a cavalo, em Yapeyú, Argentina.
Troca da guarda em Yapeyú, Argentina.

Troca da guarda, a cavalo, em Yapeyú, Argentina.
Os soldados guarnecem a urna com os
restos mortais dos pais de San Martín.

Arco Trunco
A guia explicou o significado do Arco Trunco. O arco lembra os soldados de Corrientes mortos na Guerra das Malvinas. Seu arco é incompleto. Só será completado quando as Ilhas Malvinas forem devolvidas para a Argentina.

Guarda, a cavalo, em frente ao Centro de Informações de Yapeyú.
Guarda em frente ao Centro de
Informações de Yapeyú.

Guarda cavalgando em direção à Prefeitura de Yapeyú.
Guarda cavalgando em direção à
Prefeitura de Yapeyú.


Igreja Matriz de Yapeyú
Em frente à praça do Arco Trunco, está a Igreja Matriz. Nela encontram-se imagens de santos da época jesuíta. Mas ela estava fechada. Ao lado, há uma casa indígena. O governo está negociando-a com os proprietários.

O relato segue com...
A Redução Jesuítica Argentina de La Cruz

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

A Redução Jesuítica Argentina de Santo Tomé

A redução jesuíta Santo Tomé foi fundada, em 1632, pelos Padres Luis Ernot e Noel Berthot. Pela ação dos bandeirantes, em 1638, acabou passando para o local atual, na Argentina. Não restou qualquer vestígio desta redução.

Monumento na entrada de Santo Tomé, Argentina.
Monumento na entrada de Santo Tomé

Continuação de...
Deixei San Carlos e parti para Santo Tomé, também em Corrientes. A minha ideia era visitar a cidade e seguir para São Borja. No dia seguinte, retornaria à Argentina e para visitar as duas reduções que faltavam.

Monumento ao Índio Guarani na entrada da cidade de Santo Tomé, na Argentina.
Monumento ao índio guarani na entrada
da cidade de Santo Tomé, na Argentina.

Mudança de Planos
Como dormi no carro na noite anterior e não tomava banho há 24h, preferia seguir direto a São Borja. Porém, para cruzar a Ponte da Integração, teria de pagar R$ 47,00. Retornando, no dia seguinte, mais R$ 47,00.

Monumento ao Índio Guarani na entrada da cidade de Santo Tomé, na Argentina.
A redução de Santo Tomé migrou para a
Argentina, após ataque dos bandeirantes.

Monumento ao Índio Guarani
Assim, fotografei os monumentos em Santo Tomé e segui para Yapeyú. Em Santo Tomé, não restou nada da antiga redução jesuíta. Nem ruínas, nem museus. Nem mesmo uma igreja com imagens de santos da época...

O relato segue com...
A Redução Jesuítica Argentina de Yapeyú

domingo, 27 de dezembro de 2015

A Redução Jesuítica Argentina de San Carlos de Caápi

A redução de San Carlos de Caápi foi fundada, em 1631, pelos padres Pedro Mola e Filipe de Viveros, ao norte de Santo Ângelo. Mudou-se, em 1657, para o local atual, na Argentina. E ali restam algumas ruínas da redução.

Ruínas da redução de San Carlos de Caápi, na Argentina.
A redução jesuíta de San Carlos Caápi 
foi fundada no local atual, em 1657.

Continuação de...
Ruínas da Redução Jesuítica de Santiago


Redução de San Carlos Caápi
Em 1636, os padres Diogo Ferrer, Nicolau Inácio e Pedro Mola passaram a administrar a redução de San Carlos de Caápi. E quando foi atacada, em 1638, pelos bandeirantes, contava com cerca de seis mil habitantes.


Ruínas não Iluminadas
Cheguei a San Carlos na noite de 03/04/15, Sexta-Feira Santa. Contava com a informação de que as ruínas eram iluminadas. Chegando ao local, mal se via o contorno das pedras. E na cidade, não havia hotel ou pousada.

Muro formado com pedras da redução de San Carlos de Caápi, na Argentina.
Muro com pedras da redução de San Carlos


Lugar para Passar a Noite
Na polícia, recebi a dica de onde poderia passar a noite. A mãe do rapaz que tinha um local para esse fim me atendeu. O filho estava em Posadas. Ela ofereceu a própria casa para eu passar a noite. Gentilmente, recusei.

Outro senhor, também, ofereceu que eu passasse a noite em sua casa. Eu também recusei. Primeiro, pelo desconforto que eu proporcionaria. Depois, pela total perda de liberdade que eu teria. Acabei dormindo no carro.

Pedras remanescentes da redução jesuítica de San Carlos de Caápi, na Argentina.
Pedras remanescentes da redução
jesuítica de San Carlos Caápi.


Museo Jesuitico de San Carlos
Acordei, às 6h30. Lanchei e parti para as ruínas. O Museo Jesuitico não abriria em meio ao feriado de Páscoa. Assim, fotografei as pedras. Elas não parecem estar em posição original. Depois, segui viagem. 

O relato segue com...
A Redução Jesuítica Argentina de Santo Tomé

sábado, 26 de dezembro de 2015

Clássicos do Rock Nacional: Nasi canta sucessos de Raul Seixas, Legião Urbana e Ira!

Nasi era a atração mais esperada do concerto Clássicos do Rock Nacional. E começou a apresentação cantando sucessos de Raul Seixas e Walter Franco. Na sequência, o vocalista do Ira cantou uma música da banda Legião Urbana e duas do próprio grupo Ira!

Nasi no concerto Clássicos do Rock Nacional, acompanhado pela Orquestra de Câmara da Ulbra.
Nasi começou a apresentação cantando
"Sociedade Alternativa", de Raul Seixas.

Continuação de...
Izmália canta Secos e Molhados, Rita Lee, Cazuza e Camisa de Vênus

Há 35 anos em atividade, Nasi era o roqueiro mais experiente que subiu ao palco do Araújo Vianna àquela noite. Feliz por retornar a Porto Alegre, Nasi relembrou a primeira vez que esteve na cidade, em 1984. Naquela época, o Auditório Araújo Vianna era uma concha acústica.


Raul Seixas
Nasi iniciou a apresentação com “Sociedade Alternativa”, clássico de Raul Seixas. E acabou-se embaralhando na letra escrita por Paulo Coelho. Mesmo sem ter a intenção, Nasi atendeu aos pedidos de “Toca Raul” antes que eles surgissem em meio à plateia...


A música “Sociedade Alternativa” faz parte do disco Gita, lançado em 1974. Foi inspirada em textos do ocultista britânico Aleister Crowley. Em especial, na obra mais conhecida, o Livro da Lei. A música também faz referência à Lei de Thelema: "Faze o que tu queres há de ser tudo da Lei."

Nasi cantou "Canalha" de Walter Franco.


Walter Franco
No dia da Consciência Negra, Nasi prestou homenagem ao povo negro. Pela primeira vez cantou “Canalha”, de Walter Franco. Essa música exigiu mais interpretação do que potência vocal. Nasi passou bem pela prova. É possível que incorpore a música às apresentações do Ira!



Legião Urbana
Na sequência, “Será”, o primeiro grande sucesso da banda Legião Urbana. Nasi, novamente, acaba-se confundindo na letra. Lembro que ao longo da adolescência, eu sabia de cor todas as letras da Legião Urbana. Na época, teria considerado essas confusões uma heresia.



Ira!
Então, Nasi pisa em solo firme. As últimas músicas cantadas por ele foram clássicos do Ira! E a primeira, originalmente, foi gravada com um quarteto de cordas. Mas Nasi comentou que em 35 anos nunca havia cantado “Flores em Você” acompanhado por uma orquestra.


“Flores em Você” foi composta por Edgard Scandurra. Nasi cantava e Edgard tocava violão. Os dois eram acompanhados por um quarteto de cordas. A música foi tema de abertura da novela O Outro, da Rede Globo. E ajudou a catapultar as vendas do disco, na época.

Orquestra de Câmara da Ulbra no concerto Clássicos do Rock Nacional.
A Orquestra de Câmara da Ulbra acompanhou
Nasi em todas as músicas do concerto.

O cantor também foi acompanhado pela Orquestra de Câmara da Ulbra na canção seguinte. “Envelheço na Cidade” encerrou o concerto Clássicos do Rock Nacional. E teve o refrão cantado por boa parte da plateia. Nasi parece ter ficado bem satisfeito com o saldo da apresentação.


“Flores em Você” e “Envelheço na Cidade” fizeram parte do segundo disco do Ira! O grupo lançou o álbum "Vivendo e Não Aprendendo", em 1986. E até o lançamento do "Acústico MTV", em 2004, era o disco mais famoso do Ira! E o mais bem sucedido comercialmente.

Nasi no concerto Clássicos do Rock Nacional, acompanhado pela Orquestra de Câmara da Ulbra.
Nasi cantou dois sucessos do Ira: "Flores
em Você
" e "Envelheço na Cidade".


No Bis, Raul e Ira!
Nasi, Fabrício Beck e Izmália cantam “Sociedade Alternativa” e “Envelheço na Cidade”. Como o arranjo das músicas era para orquestra de câmara, foi necessária a repetição. Eu só fiquei com a impressão de essa participação coletiva ter sido de improviso. Mesmo assim, foi um belo concerto!


sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Clássicos do Rock Nacional: Izmália canta Secos e Molhados, Rita Lee, Cazuza e Camisa de Vênus

Izmália participou do concerto “Clássicos do Rock Nacional” cantando cinco músicas. Começou a sequência com músicas de Os Mutantes e Secos & Molhados. Depois, Izmália cantou alguns clássicos da Rita Lee, de Cazuza e do grupo baiano Camisa de Vênus.

Izmália cantou acompanhada pela Orquestra de Câmara da Ulbra.
Izmália cantou acompanhada pela
Orquestra de Câmara da Ulbra.

Acompanhada pela Orquestra de Câmara da Ulbra, a cantora Izmália iniciou a apresentação com “2001”, de Os Mutantes. Surgida durante o período hippie, Os Mutantes foi a banda de rock brasileira mais representativa do início da década de 70. Tinha Rita Lee como vocalista.

Izmália no concerto Clássicos do Rock Nacional.
Izmália iniciou o concerto com sucessos
de Os Mutantes e Secos e Molhados.

“2001” é uma parceria de Arnaldo Baptista, Rita Lee, Sérgio Dias, Tom Zé. A música viajante-espacial é aberta por uma dupla sertaneja. Lançada em 1969, “2001” aparece no segundo disco do grupo, considerado um dos cem melhores da música brasileira.


Secos e Molhados
A música seguinte foi “O Vira”, um dos maiores clássicos do grupo Secos e Molhados. Os Secos e Molhados tinham o Ney Matogrosso como vocalista. É claro que a apresentação de Izmália não continha o impacto da figura andrógina de Ney Matogrosso.


“O Vira” foi composto por João Ricardo e Luhli, por influência das danças do folclore português. Luhli foi quem apresentou Ney Matogrosso aos Secos e Molhados. “O Vira” fez parte do primeiro disco do grupo. Ele é considerado o quinto melhor da música brasileira.


Rita Lee
Rita Lee deixou Os Mutantes e seguiu em carreira solo. Izmália homenageou a espirituosa Rita Lee com “Esse Tal de Rock Enrow”. Esta música brinca com a visão desesperada de uma mãe diante da filha. A menina parece ter sido “enfeitiçada” pelo espírito do rock n’ roll.


“Esse Tal de Rock Enrow” fez parte do disco Fruto Proibido. Este foi lançado em 1975 pela roqueira Rita Lee. O disco é considerado 16º melhor da música brasileira. A música foi co-escrita por Paulo Coelho. Até então, ele só havia escrito letras para Raul Seixas.

Orquestra de Câmara da Ulbra no concerto Clássicos do Rock Nacional, em Porto Alegre.
Orquestra de Câmara da Ulbra no concerto
Clássicos do Rock Nacional, em Porto Alegre.


Cazuza
Ao deixar o Barão Vermelho, Cazuza também partiu em carreira solo. E o primeiro disco trazia um hino. Uma música que o acompanhou pelo resto da vida. Izmália cantou “Exagerado”, composta com Ezequiel Neves e Leoni. A música é a marca registrada de Cazuza.



Camisa de Vênus
Durante boa parte da apresentação de Izmália um cara gritava “Camisa” entre uma música e outra. Ele sabia que ela cantaria um clássico do Camisa de Vênus... Finalizando a participação no concerto, Izmália cantou “Eu Não Matei Joana D’Arc”, um dos maiores sucessos do grupo baiano.

Izmália canta no concerto Clássicos do Rock Nacional, em Porto Alegre.
Izmália cantou também sucessos de Rita Lee,
Cazuza e do grupo Camisa de Vênus.

O punk rock foi composto por Gustavo Mullem e Marcelo Nova. E fez parte do disco "Batalhões de Estranhos", lançado em 1984. “Eu Não Matei Joana D’Arc” foi a música de mais tocada do segundo disco do Camisa de Vênus. O mais famoso grupo de rock da terra do axé...

O relato segue com...
Nasi canta sucessos de Raul Seixas, Legião Urbana e Ira!


 
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