segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Parque Nacional de Iguaçu - Três Momentos no Macuco Safári: Trem, Trilha e Bote

O Macuco Safari começa com um passeio de “trenzinho” em meio à mata. E segue com uma trilha de 600 metros. Fecha com um passeio de bote sob algumas quedas d’ água do Parque Nacional do Iguaçu.

Passeio de bote no Macuco Safari, Parque Nacional de Iguaçu.
Passeio de bote no Macuco Safari.
  

Continuação de...
Trilha do Poço Preto


Macuco Safari
Após Trilha do Poço Preto, segui para o Macuco Safári. Os dois passeios combinam trechos de trilha na terra com trechos na água. O primeiro exige mais fisicamente. O segundo proporciona mais emoção.

Assim como a Trilha do Poço Preto, o Macuco Safári é um passeio extra. Portanto, é pago à parte. No caso do Macuco Safári, o custo foi de R$ 179,00. Como comprei o DVD com o vídeo do bote, gastei mais R$ 75,00.

Quati descendo de árvore em meio à mata. Macuco Safari, no Parque Nacional de Iguaçu.
Quati descendo de árvore em meio à mata.


Trenzinho em Meio à Mata
O Macuco Safári inicia com um pequeno passeio de “trenzinho”. Antes de começar, o que mais chamou a atenção foi um quati andando pelos galhos de uma árvore. A árvore tinha mais de 10 m de altura...

Outras árvores destacaram-se no trajeto. Primeiro a de palmito branco. Ela leva 10 anos para que o palmito possa ser colhido. Como só rende 1 kg e ela morre após a retirada do palmito, sua extração foi proibida.

Árvore de palmito branco.
Árvore de palmito branco.

Mais adiante, a timbaúva. A árvore era usada pelos índios para construir canoas. A madeira de timbaúva é facilmente trabalhada e flutua bem. Isso foi determinante para que os índios a usassem para fazer canoas.


Pequena Trilha
No curto trecho de caminhada, passamos pela cabeceira o Salto do Macuco. Porém, não passamos pelo poço. Este guia novamente comentou sobre a enchente de 2014 que deixou boa parte do parque coberto de água.

Timbaúva: árvore usada pelos índios para construir canoas.
Timbaúva: usada pelos índios
para construir canoas.


Passeio de Bote
Seguimos para a parte mais esperada e a de maior emoção: o passeio de bote. Na fase aquática, os R$ 179,00 do Macuco Safari se justificam. Só há uma certeza: ao sair do bote você estará completamente molhado.

Sabendo disso, levei uma camiseta extra e um chinelo. No guarda-volumes, deixei a calça, a camiseta e o tênis. Usei só a sunga e a camiseta extra no passeio. Depois, repus a roupa seca do guarda-volumes.


O passeio inicia contra a corrente, subindo o Rio Iguaçu, em direção às cataratas. A primeira parada ocorre ao lado da Isla San Martin, para fotos. Ao fundo, observam-se os saltos Bossetti, Eva, Adão, Guarda-parque...

Então, segue-se para as quedas. Num ponto não se enxerga nada além de nuvens de água das quedas. É difícil manter os olhos abertos... Parece vir água de todos os lados. O barco anda em círculos e para por uns instantes...


Retornamos a favor da corrente, rio abaixo. Nos trechos onde o Rio Iguaçu formava pequenas o bote picava. Foram as últimas emoções de um dos passeios imperdíveis do Parque Nacional do Iguaçu.

O relato segue com...
Cataratas do Parque Nacional do Iguaçu

domingo, 29 de novembro de 2015

Trilha Poço Preto, no Parque Nacional do Iguaçu

A Trilha do Poço Preto é uma das atividades mais completas do Parque Nacional do Iguaçu. Começa com a trilha de 9 km. Segue com o passeio de barco e 2 km de canoagem. Finaliza com 1,5 km de caminhada.

Passeio de lancha pelo Rio Iguaçu ao fim da Trilha do Poço Preto, no Parque Nacional de Iguaçu.
Passeio de lancha pelo Rio Iguaçu,
no Parque Nacional de Iguaçu.

Estacionando Fora do Parque
Cheguei ao parque às 8h20. Como abre às 9h, acabei dando uma circulada e encontrei uma vaga para o carro. Deixei na rua que acaba em frente ao Parque das Aves. Isso fez com que eu poupasse R$ 19,00.


Se Puder, Leve Água e Lanche
Porém, acabei esquecendo os óculos de sol e um pacote de leite condensado dentro do porta-malas. Assim, passei o dia só com uma garrafa de 300 ml de água. Dentro do Parque Nacional do Iguaçu tudo é bem caro.



Interação com a Natureza
A grande questão é que a simples visitação do parque contempla apenas os mirantes. E eles ficam todos num mesmo setor. Se você somente acessar os mirantes, acabará não interagindo com a natureza local.


Combo: Duas Trilhas em Uma
Por isso, havia relacionado algumas atividades complementares para fazer. Há duas trilhas: Poço Preto e Bananeiras. Optei pela primeira, por ser mais longa e incluir a Trilha das Bananeiras no seu trecho final.

Ponte pênsil ao fim da Trilha do Poço Preto, no Parque Nacional de Iguaçu.
Ponte pênsil ao fim da Trilha do Poço Preto.


A Trilha do Poço Preto
A Trilha do Poço Preto inicia com 9 km de caminhada em meio à mata. Ela pode ser feita a pé, de bicicleta ou com “trenzinho”. Iniciamos a pé. Como no meio da trilha a minha parceira cansou, seguimos com o “trenzinho”.


Lesma em Meio à Trilha
A melhor forma de fazer a trilha é a pé. Pela maior facilidade de fotografar. E por se fazer menos força que pedalando. Com tantos animais selvagens, o que chamou a nossa atenção foi uma grande lesma com caracol.



O Poço Preto
Após a trilha, faz-se um passeio de barco, que parte do Poço Preto. Este local é um buraco com 15 metros de profundidade e 400 de diâmetro. Conforme os guias, este poço pode ser visto quando se sobrevoa o local.


Falha Geológica no Rio Iguaçu
Em um trecho, há uma falha geológica, provocando um grande desnível no rio. No local, formam-se ondas. E a profundidade chega a apenas 1 m, em alguns trechos. Ou seja, é necessário passar com o barco no lugar certo...

Lesma com caracol na Trilha do Poço Preto, no Parque Nacional de Iguaçu.
Lesma com caracol na Trilha do Poço Preto.


Remando em Canoas
Após o passeio de barco, há 2 km de canoagem em canoas abertas. Minha parceira e eu não nos acertamos com os remos. E as coisas só melhoraram quando ela passou a remar e eu a fazer o leme, direcionando a canoa.


Trilha das Bananeiras
Por fim, fizemos mais 1,5 km de caminhada. Num trecho, observamos uma nuvem de borboletas. Isso sem falar nas árvores de palmito. E a enchente que ocorreu em 2014 no Parque Nacional do Iguaçu.

O relato segue com...
Três Momentos no Macuco Safári

sábado, 28 de novembro de 2015

Sendero Macuco e Salto Arrechea, no Parque Nacional de Iguazú

O Sendero Macuco é a única trilha propriamente dita do Parque Nacional de Iguazú. As outras caminhadas ocorrem sobre plataformas de metal. No Sendero Macuco, só se visualiza uma queda d’água: o Salto Arrechea.

Salto Arrecha, no Parque Nacional de Iguazú, em Puerto Iguazú.
Salto Arrecha, no Parque Nacional
de Iguazú, em Puerto Iguazú.

Continuação de...
A Assustadora Garganta do Diabo


Após retornar da Garganta do Diabo, pela manhã, segui para o Sendero Macuco. A trilha até o Salto Arrechea tem 3.650 metros. O retorno é pelo mesmo caminho. Ou seja, a distância total acaba sendo dobrada.

Sendero Macuco, no Parque Nacional de Iguazú, em Puerto Iguazú.
Sendero Macuco: trilha de terra, em meio à mata.

Parte-se da Estação Central. Cruzam-se os trilhos e caminha-se um pequeno trecho por uma estrada asfaltada. Segue-se por cerca de 3.000 metros até o mirante. Este fica sobre a cabeceira do Salto Arrechea.

Cabeceira do Salto Arrecha, no Parque Nacional de Iguazú, em Puerto Iguazú.
Cabeceira do Salto Arrecha, em Puerto Iguazú.

A trilha segue até o poço do Salto Arrechea. Na verdade, do mirante em diante, há uma escadaria. Esta é considerada a parte mais difícil do Sendero Macuco. O risco é maior de quedas. A exigência física também é maior.

Salto Arrecha, no Parque Nacional de Iguazú, em Puerto Iguazú.
Poço do Salto Arrecha, contemplado
no final do Sendero Macuco.

Seguem os tempos em que percorri a trilha:
Da Estação Central até o mirante: 11h – 11h34;
Do mirante até o poço: 11h36 – 11h40;
Do poço até a Estação Central: 11h45 – 12h27.

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

A Assustadora Garganta do Diabo, no Parque Nacional de Iguazú

A Garganta do Diabo é ponto alto na visita ao Parque Nacional de Iguazú. É uma queda que impressiona pelo volume de água. É assustadora! Forma-se uma nuvem com gotas d’água que faz garoar sobre os mirantes.

Garganta do Diabo, no Parque Nacional de Iguazú, em Puerto Iguazú, na província de Missiones, na Argentina.
Garganta do Diabo: a mais volumosa dentre as
275 quedas que formam as Cataratas do Iguaçu.

Garganta do Diabo, no Parque Nacional de Iguazú, em Puerto Iguazú, na província de Missiones, na Argentina.
A Garganta do Diabo forma uma muralha de
água com mais de 80 metros de altura.


Continuação de...
Circuito Superior do Parque Nacional de Iguazú


Receio com o Mau Tempo...
Tudo seguia como o planejado. Eu imprimia um ritmo forte. Queria fazer o que desse pela manhã. O meu receio era de os meteorologistas errarem. A previsão era de sol. Mas nas três tardes anteriores havia chovido...

Garganta do Diabo, no Parque Nacional de Iguazú, em Puerto Iguazú, na província de Missiones, na Argentina.
O primeiro acesso até a Garganta do Diabo
começou a ser construído em 1934.


Assim, concluí o Circuito Superior e parti em direção à Estação Cataratas. Logo veio o trem até a Garganta do Diabo. Estava lotado. Como eu fiquei no último vagão, fui um dos primeiros a descer e partir para a passarela.

Passarela para a Garganta do Diabo, no Parque Nacional de Iguazú, em Puerto Iguazú, na província de Missiones, na Argentina.
A passarela até a Garganta do Diabo procura
provocar o menor impacto ambiental.

Garganta do Diabo, no Parque Nacional de Iguazú, em Puerto Iguazú, na província de Missiones, na Argentina.
A Garganta do Diabo é formado pelas águas
do Rio Iguaçu, em Puerto Iguazú, Argentina.


Primeira Ida à Garganta do Diabo
Para ter ideia da importância da Garganta do Diabo, há um trem específico para transportar o visitante até esta queda d’água. Da estação, segue-se uma passarela com 1,1 km de extensão que acaba no mirante.

Garganta do Diabo, no Parque Nacional de Iguazú, em Puerto Iguazú, na província de Missiones, na Argentina.
Os desníveis que formam as Cataratas do
Iguaçu ocorreram há 100 milhões de ano.


Estive duas vezes na Garganta do Diabo. Pela manhã, cheguei à estação às 10h. E parti em rápida caminhada pela passarela. O mirante estava cheio. E fiquei muito pouco tempo ali. Às 10h30 já estava na estação novamente.

Passarela para a Garganta do Diabo, no Parque Nacional de Iguazú, em Puerto Iguazú, na província de Missiones, na Argentina.
Da estação de trem até a Garganta do Diabo
são 1.100 metros de caminhada pela passarela.



Garganta do Diabo, no Parque Nacional de Iguazú, em Puerto Iguazú, na província de Missiones, na Argentina.
A Garganta do Diabo forma uma densa névoa
em suspensão, que bloqueia, em parte, a vista.


Retorno à Garganta do Diabo
À tarde, retornei com mais calma, após ter concluído o Sendero Macuco. Estava bem cansado. Cheguei à Estação Garganta del Diablo às 13h. E retornei no trem das 14h. Assim, passei bem mais tempo no mirante.

Mirante da Garganta do Diabo, no Parque Nacional de Iguazú, em Puerto Iguazú, na província de Missiones, na Argentina.
O mirante fica a poucos metros da Garganta
do Diabo, no Parque Nacional de Iguazú.

Garganta do Diabo, no Parque Nacional de Iguazú, em Puerto Iguazú, na província de Missiones, na Argentina.
A Assustadora Garganta do Diabo.

Pela manhã, o tempo estava nublado. À tarde, o sol havia aparecido. O céu estava azul, com muitas nuvens. Mas estava azul. Assim, pude fotografar a principal queda d’água do parque em duas situações distintas...

Tartaruga, no Parque Nacional de Iguazú, em Puerto Iguazú, na província de Missiones, na Argentina.
Tartaruga, no Parque Nacional de Iguazú,
em Puerto Iguazú, na Argentina.



Garganta do Diabo, no Parque Nacional de Iguazú, em Puerto Iguazú, na província de Missiones, na Argentina.
As Cataratas do Iguaçu foram exploradas como
cenário dos filme "A Missão" e "Indiana Jones
 e O Reino da Caveira de Cristal
".

A Borboleta no Boné
À tarde, na ida para a Garganta do Diabo, fotografei uma borboleta pousada sobre o meu boné. E no retorno, deixei cair a garrafa de água vazia na Estação Garganta del Diablo. Imediatamente, um quati avançou sobre ela...

Borboleta pousada sobre o boné no trem para a Garganta do Diabo.
Borboleta pousada sobre o boné
no trem para a Garganta do Diabo.

Quati na estação de trem para a Garganta do Diabo.
Quati na estação de trem para a Garganta do Diabo.


Ponte Tancredo Neves e Rio Paraná
No retorno para Foz do Iguaçu, parei na Ponte Tancredo Neves para tirar algumas fotos. Fotografei mais o Rio Paraná que a ponte. Para fotografá-la melhor, deve-se descer na sua base ou passar de barco por baixo.

Ponte Tancredo Neves, entre Puerto Iguazú (Argentina) e Foz do Iguaçu (Brasil).
Ponte Tancredo Neves, entre Puerto Iguazú
(Argentina) e Foz do Iguaçu (Brasil).

Rio Paraná, entre Puerto Iguazú (Argentina) e Foz do Iguaçu (Brasil).
Rio Paraná, entre Puerto Iguazú e Foz do Iguaçu.

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Circuito Superior do Parque Nacional de Iguazú

O Circuito Superior oferece uma vista da cabeceira das quedas d’água mais próximas. E uma vista panorâmica das mais distantes. Recentemente, ele foi ampliado. Em breve, deve ir próximo do Salto San Martin.

Salto Bossetti, Parque Nacional Iguazú, Puerto Iguazú.
Salto Bossetti, em primeiro plano. Depois,
Eva, Adán, Guardaparque Bernabé Mendez.
Por fim, Salto Mbiguá e Salto San Martin.

Salto Ramirez, Parque Nacional Iguazú, Puerto Iguazú.
Salto Ramirez, Parque Nacional Iguazú.


Continuação de...
Circuito Inferior do Parque Nacional de Iguazú


Cabeceiras das Quedas d'Água
Tão logo concluí o Circuito Inferior, iniciei o Circuito Superior. Esse circuito também ocorre em plataformas de metal. A diferença é que ele passa sobre a cabeceira das quedas d’água. E isso acaba prejudicando a vista.

Salto Mbiguá e Salto San Martin, Parque Nacional Iguazú, Puerto Iguazú.
Salto Mbiguá e Salto San Martin (ao fundo)



Dos Hermanas, Chico e Bossetti
O Circuito Superior inicia “na contramão” do Inferior. As últimas quedas deste são as primeiras do outro. Assim, você passará pelas cabeceiras do Salto Dos Hermanas, do Salto Chico e do Salto Bossetti.

Cabeceira do Salto Bossetti, Parque Nacional Iguazú, Puerto Iguazú.
Salto Bossetti, Parque Nacional de Iguazú

Salto Dos Hermanas, Parque Nacional Iguazú, Puerto Iguazú.
Cabeceira do Salto Dos Hermanas.


Eva e Adão, Guarda-Parque e San Martin
Antes de chegar ao Salto Bossetti, há o Salto Ramirez. Este não é visto no Circuito Inferior. Do Bossetti é possível ver os saltos seguintes, Eva e Adão, Guarda-Parque Bernabé Mendez, Mbiguá e San Martin.

Salto Eva, Parque Nacional de Iguazú, Puerto Iguazú.
Salto Eva, Parque Nacional de Iguazú.

Salto Adán, Parque Nacional de Iguazú, Puerto Iguazú.
Cabeceira do Salto Adán, Puerto Iguazú.


Ampliação do Circuito Superior
O Circuito Superior original possui 650 metros. A parte ampliada é de 950 metros. Iniciei a caminhada às 8h57 e concluí às 9h25. É um circuito bem tranquilo, exigindo pouco condicionamento.

O relato segue com...
Adrenalina na Garganta do Diabo

Salto Guardaparque Bernabé Mendez, Parque Nacional de Iguazú, Puerto Iguazú.
Salto Guardaparque Bernabé Mendez.

Salto San Martín, Parque Nacional de Iguazú, Puerto Iguazú.
Salto San Martín, Puerto Iguazú.

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Circuito Inferior do Parque Nacional de Iguazú

O Circuito Inferior do Parque Nacional de Iguazú permite a visão frontal das quedas d’água. Na trilha, é possível avistar quedas próximas, como o Salto Bossetti, e quedas mais distantes, como o Salto San Martin.

Ilha San Martin e Salto San Martin, Parque Nacional de Iguazú, Argentina.
A Ilha San Martin é uma ilha rochosa em meio
ao Rio Iguazú. Junto a ela fica o Salto San Martin.


Parque Nacional de Iguazú
Deixei o Hotel São Roque, em Foz do Iguaçu, por volta das 7h. Sabia que o Parque Nacional de Iguazú abriria só às 8h. O tempo perdido na aduana, na véspera, fez com que eu saísse mais cedo.

Salto Alvar Nunes, Parque Nacional de Iguazú, Argentina. O Salto Alvar Núñes fica no primeiro trecho do Circuito Inferior.
O Salto Alvar Núñes fica no primeiro
trecho do Circuito Inferior.

Com trânsito tranquilo, cheguei ao parque às 7h45. Comprei o ingresso por 200 pesos e paguei o estacionamento, com 70 pesos. Peguei um mapa e segui um roteiro elaborado anteriormente. Comecei pelo Circuito Inferior.

Salto Bossetti, Parque Nacional de Iguazú, Argentina. O Salto Bossetti forma uma muralha de água.
O Salto Bossetti forma uma muralha de água.


Circuito Inferior
Do Centro de Visitantes, parti em direção à Praça de Alimentação. E dali, segui pelo Sendero Verde até a Estação Cataratas. Iniciei a caminhada até a torre. O local marca o início do Circuito Inferior.

Pássaro visto durante a caminhada pelo Circuito Inferior do Parque Nacional de Iguazú, na Argentina.
Pássaro visto durante a caminhada.


Ilha San Martin
A caminhada é sobre plataformas de ferro em todo o trajeto. Ao todo, são 1.400 metros. O barco até a Ilha San Martin não estava funcionando. Assim, não fiz o trecho de caminhada até a partida do passeio.

Ilha San Martin e Salto San Martin, Parque Nacional de Iguazú, Argentina. Ilha, à esquerda. Quedas d'água, ao fundo, vistas entre duas palmeiras.
Em épocas de grande cheia, o passeio até
a Ilha San Martin, à esquerda, não funciona.
 


Salto Alvar Nunes e Salto San Martin
Iniciei passando pelo Salto Alvar Nunes. Uma bela queda d’água. Pequena, porém, se comparada às cataratas. Poucos metros adiante, você verá a Ilha San Martin e as grandes quedas d’água, como o Salto San Martin.

Salto Alvar Nunes, Parque Nacional de Iguazú, Argentina. Rochas junto à cabeceira do Salto Alvar Núñes.
Rochas junto à cabeceira do Salto Alvar Núñes.

Ilha San Martin e Salto San Martin, Parque Nacional de Iguazú, Argentina. O Salto San Martin apresenta o maior volume de água visto a partir do Circuito Inferior.
O Salto San Martin apresenta o maior volume
de água visto a partir do Circuito Inferior.


Salto Bossetti
Em volume de água, creio que só a Garganta do Diabo supera o Salto San Martin. É uma quantidade de água absurda. Assustadora. Porém das quedas que vemos de perto, só o Salto Bossetti possui grande volume.

Salto Bossetti, Parque Nacional de Iguazú, Argentina. O Salto Bossetti fica no terceiro  trecho do Circuito Inferior.
O Salto Bossetti fica no terceiro
trecho do Circuito Inferior.


Salto Chico e Salto Dos Hermanas
Após passar pelo Salto Bossetti, segui para os saltos Chico e Dos Hermanas. Iniciei o Circuito Inferior às 8h25, concluindo às 8h55. É uma caminhada tranquila e acessível a pessoas com um mínimo de condicionamento.

O relato segue com...
Circuito Superior do Parque Nacional de Iguazú

Salto Chico, Parque Nacional de Iguazú, Argentina. Salto Chico: uma das menores quedas d'água vistas durante o Circuito Inferior.
Salto Chico: uma das menores quedas
d'água vistas durante o Circuito Inferior.

Salto Dos Hermanas, Parque Nacional de Iguazú, Argentina. Duas quedas d'água, lado a lado.
Salto Dos Hermanas, Parque Nacional de Iguazú.

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Atrativos Turísticos de Puerto Iguazú

Puerto Iguazú reserva poucos atrativos além do Parque Nacional de Iguazú. Bem no centro da cidade, fica a Plaza San Martin. Não muito longe, fica o Hito 3 Fronteras. Este está localizado junto aos rios Paraná e Iguaçu.

Ilustração em muro do Paseo de La Identidad, em Puerto Iguazú, na Argentina. Guerreiro indígena sobre um cavalo.
Puerto Iguazú fica a 10 km de Foz do Iguaçu.

Ilustração em muro do Paseo de La Identidad, em Puerto Iguazú, na Argentina. Cabeça de cachorro, iguana, vaso quebrado e braços.
A cidade argentina é mais tranquila e
amistosa que a agitada vizinha brasileira.

Continuação de...
Onça e Jacarés no Zoológico Bosque Guarani


Aduana em Puerto Iguazú
Para cruzar do Brasil para a Argentina, é necessário passar pela aduana. Isso toma algum tempo. Mas são os procedimentos burocráticos de rotina. Quando aguardava a minha vez na fila de carros, voltou a garoar.

Ilustração em muro do Paseo de La Identidad, em Puerto Iguazú, na Argentina. Xamã com cruz na mão e diversas máscaras da morte.
O principal atrativo de Puerto Iguazú
é o Parque Nacional Iguazú.

Ilustração em muro do Paseo de La Identidad, em Puerto Iguazú, na Argentina. Cruz de madeira pegando fogo.
Puerto Iguazú é o ponto argentino onde
se encontram os rios Iguaçu e Paraná.

Hito 3 Fronteras
Segui ao Hito 3 Fronteras, costeando o Rio Iguaçu. E no monumento, fui abordado por um desses “cuidadores de carro”. Já fazia uma semana que viajava e ainda não havia me deparado com um desses tipos...

Monumento em Puerto Iguazú demarca a fronteira de Argentina, Brasil e Paraguai. O local reúne as bandeiras dos três países.
Puerto Iguazú também demarca a fronteira
da Argentina com o Brasil e o Paraguai.

Hito Tres Fonteras: marco argentino que indica a fronteira da Argentina, com o Brasil e o Paraguai. Obelisco nas cores azul e branco.
O Hito Tres Fonteras é o marco argentino.


Marcos do Brasil e do Paraguai
Tal como fiz no Marco das Três Fronteiras, aproveitei para fotografar, da Argentina, os monumentos dos outros dois países. No caso, o paraguaio e o brasileiro. Até por ter descartado a ideia de ir ao Paraguai.

Marcos das Três Fonteiras: marco brasileiro que indica a fronteira do Brasil, com a Argentina e o Paraguai. Obelisco nas cores verde e amarelo.
Marcos das Três Fonteiras: marco brasileiro.

Marcos das Três Fonteiras: marco paraguaio que indica a fronteira do Paraguai, com a Argentina e o Brasil. Monumento nas cores vermelha, branca e azul.
O marco paraguaio possui apenas uma face,
pois é voltado apena para o Rio Paraná.

Plaza San Matin e Paseo de La Identidad
Deixei o monumento sendo abordado pelo “cuidador de carro”. E decidi retornar ao Brasil. No caminho, passei pela Plaza San Martin. E pelo Paseo de La Identidad. No último, há curiosas imagens em painéis.

Busto do general San Martin, na Plaza San Martin,em Puerto Iguazú, Argentina.
A Plaza San Martin marca o centro
simbólico da cidade de Puerto Iguazú.

Ilustração em baixo relevo em mural do Paseo de La Identidad, em Puerto Iguazú, na Argentina. Índios adultos e fortes carregam crianças.
Os murais do Paseo de La Identidad têm como
temas a natureza e a história étnica da região.

 
Free Host | new york lasik surgery | cpa website design