terça-feira, 31 de março de 2015

We’e’ena e Robson Miguel. Paulo Massadas e Carlos Colla [Festa Nacional da Música de 2014]

Robson Miguel participou de dois momentos ímpares na Festa da Música de 2014. Ele acompanhou um cantor de música erudita e uma cantora indígena. Foi seguido pelos compositores Carlos Colla e Paulo Massadas.

We’e’ena na Festa da Música de 2014
We’e’ena na Festa da Música de 2014.

Continuação de...
Nando Cordel, Ivo Meirelles e Robson Miguel


Robson Miguel Toca “Ave Maria de Gonould”
Miguel foi o instrumentista mais requisitado da noite. Primeiro acompanhou a cantora Bianca Assumpção num blues. Depois, prestou uma homenagem a Paco de Lucia. Então, tocou a “Ave Maria de Gonould”.


A apresentação de uma música erudita surpreendeu. E ocorreu meio que ao acaso. Naquela tarde, um jovem cantor de Canela havia sido apresentado ao violonista. Este o convidou para se apresentar à noite na festa.


Robson Miguel e A Índia We’e’ena
Depois Robson Miguel acompanhou a sua esposa, a índia We’e’ena, em uma música indígena. A surpresa, dessa vez, foi ainda maior. Principalmente, quando We’e’ena fez as saudações no dialeto Tikuna.



Carlos Colla e Paulo Massadas
Seguiram-se, as apresentações de Carlos Colla e Paulo Massadas, dois dos maiores compositores brasileiros. Carlos Colla iniciou cantando “Vidro Fumê”, sucesso nas vozes da dupla sertaneja Bruno & Marrone.


Paulo Massadas cantou “Um Dia de Domingo”, parceria com Michael Sullivan, que foi sucesso nas vozes de Gal Costa e Tim Maia. Carlos Colla cantou, então, “Bye, Bye Tristeza”, sucesso com Sandra de Sá.


Para encerrar sua participação, Paulo Massadas cantou “Whisky a Go-Go”. Também parceria com Michael Sullivan, a música foi tema de abertura da novela “Um Sonho a Mais”. Interpretada pelo grupo Roupa Nova.



Tuta Guedes e Diana Dias
Outros cantores que haviam se apresentado em 2013 subiram novamente ao palco. Foi o caso de Tuta Guedes, Igor e Diana Dias. A noite encerrou com a apresentação de músicas regionais, apresentadas por Loma.

segunda-feira, 30 de março de 2015

Nando Cordel, Ivo Meirelles e Robson Miguel [Festa Nacional da Música de 2014]

Após as participações do Fevers e do 14 Bis, o palco da Festa Nacional da Música foi tomado por artistas solo. Destacaram-se as apresentações de Nando Cordel, de Ivo Meirelles e do violonista Robson Miguel.

O violonista Robson Miguel
O violonista Robson Miguel.

Continuação de...
Festa da Música: Fevers, Ovelha e 14 Bis


Nando Cordel Canta Diversos Sucessos
Nando Cordel é presença cativa na Festa Nacional da Música. Em 2012 e 2013, eu havia visto o compositor, no Hotel Laje de Pedra, em Canela. Na apresentação de 2014, Nando cantou trechos de diversos sucessos.


Começou com “Isto Aqui Tá Bom de Mais” e “De Volta pro Aconchego”. Seguiu com “Hoje é Dia de Folia”, “Jogo de Cintura”, “Tropicaliente” e “Doida”. E encerrou com “Aumenta Meu Salário” e “Gostoso Demais”.

Antes de deixar o palco, Nando chamou o grupo Tribo Cordel, formado por três de seus filhos. A Tribo Cordel cantou, em playback, a música “Mariana”, o destaque do novo trabalho do grupo recifense de rock.


Bianca Assumpção Canta Blues
Bianca Assumpção cantou um blues, acompanhada pelo violonista Robson Miguel e o guitarrista do grupo Rock de Galpão. O grupo foi um dos poucos destaques das apresentações da noite anterior no Centro de Eventos.



Ivo Meirelles Toca Rappa e Lobão
O guitarrista do Rock de Galpão também acompanhou Ivo Meirelles. E o compositor destacou que, apesar da fama de sambista, compôs músicas de outros gêneros. O primeiro exemplo foi “Hey Joe”, gravada pelo Rappa.


Depois, Ivo prestou uma homenagem à compositora Daniele Daumerie. Ela foi co-autora, com Ivo, Lobão e Bernardo Vilhena de “Essa Noite Não”. A canção foi tema da novela Top Model, exibida em 1989.


Robson Miguel Homenageia Paco de Lucia
Após a homenagem de Ivo, o violonista Robson Miguel tocou um tema flamenco do espanhol Paco de Lucia. Foi uma bela homenagem ao famoso violonista, falecido no início de 2014.


O relato segue com...
We´e´na, Paulo Massadas e Carlos Colla

domingo, 29 de março de 2015

The Fevers, Ovelha e 14 Bis [Festa Nacional da Música de 2014]

A última noite da Festa Nacional da Música de 2014 iniciou a todo vapor. O Fevers fez a abertura. Foi seguido pelo Ovelha, presença confirmada no Chacrinha. Ovelha cedeu o palco ao conjunto mineiro 14 Bis.

O cantor Ovelha, na Festa Nacional da Música de 2014
Ovelha, na Festa da Música de 2014.

Na noite anterior, havia passado no Centro de Eventos de Canela. Apesar do início com grupos de rock, seguiram-se shows de funk, samba e pagode. Acabei deixando o local cerca de 1h após o início das apresentações.


The Fevers Abrem a Noite!
O grupo The Fevers abriu a última noite da Festa Nacional da Música de 2014 com “Guerra dos Sexos”. Esta música foi tema de abertura da novela homônima, exibida em 1983 pela Rede Globo.


Na sequência, o Fevers tocou “Elas por Elas”, tema da novela homônima, de 1982, também da Rede Globo. O grupo fechou sua participação tocando a música “I Can’t Get No (Satisfaction)”, dos Rolling Stones.



Ovelha: Presença Confirmada no Chacrinha
Ovelha despontou no início dos anos 80. Apesar de cantar rock, o seu som sempre teve a aura de música brega. Mais próxima de Amado Batista e Sidney Magal que de Blitz e Barão Vermelho.


Ovelha cantou uma nova música, em playback. E depois, foi convidado a tocar uma música ao violão. Surgiu uma versão acústica de “Te Amo, Que Mais Posso Dizer”, o maior sucesso de sua carreira.



14 Bis: Fruto do Clube da Esquina
A atração seguinte foi a maior surpresa dentre os primeiros artistas da noite. O 14 Bis, fruto do Clube da Esquina, foi convidado a subir ao palco. E tocou alguns dos seus maiores sucessos.


A apresentação começou com “Todo Azul do Mar”. E seguiu com a música “Caçador de Mim”, sucesso com Milton Nascimento. O 14 Bis concluiu sua apresentação com a música “Espanhola”.



O relato segue com...

sábado, 28 de março de 2015

As Barragens de São Francisco de Paula. E a Ponte de Ferro do Passo do Inferno

Na tarde do dia 22/10/14, conheci algumas barragens de São Francisco de Paula. A primeira foi a do Salto. Segui para a Barragem dos Blang. E mais tarde, parti para o Passo do Inferno, próximo à divisa com Canela.

Barragem do Salto, São Francisco de Paula
Barragem do Salto, São Francisco de Paula.


Barragem do Salto
Deixei Canela no intuito de conhecer três barragens. A do Salto, a dos Blang e a do Divisa. Comecei pela Barragem do Salto, a maior da Região das Hortênsias. E para quem sai de Canela, esta é a primeira das três.


O acesso à Barragem do Salto fica pouco após o pedágio. Há placas na estrada que indicam o acesso. O trecho por estrada de terra até a Barragem do Salto é pequeno e está em boas condições.


A Barragem do Salto é a que possui maior extensão. Em frente à barragem, sobre o rio, há uma pista de concreto, parcialmente coberta pelas águas. Por ela passam os carros e caminhões. Filmei alguns deles passando.



Barragem dos Blang
Deixei a Barragem do Salto e segui para a Barragem dos Blang. Acabei entrando em São Francisco de Paula e pedi informações. Cruzei a Avenida Júlio de Castilhos, para pegar a estrada de terra até a barragem.

Barragem dos Blang, São Francisco de Paula
Barragem dos Blang, São Francisco de Paula.

Esta estrada de terra está em piores condições. E a distância é maior. São 14,5 km. Ou 16 km se contarmos do centro de São Francisco de Paula. O legal é um mirante sobre a barragem que permite uma visão panorâmica.


Em frente à Barragem dos Blang, há também uma pista de concreto. Cruzando essa pista, você seguirá em direção à Barragem do Divisa. Como o nível da água estava alto, acabei abortando a missão...

Mirante sobre a Barragem dos Blang, São Francisco de Paula
Mirante sobre a Barragem dos Blang.


Passo do Inferno e Parque da Cachoeira
Retornei em direção a São Chico. E segui para o Passo do Inferno, próximo à divisa com Canela. O acesso para essa barragem é o mesmo que leva à ponte de ferro, ao Parque da Cachoeira e à Barragem da Toca.

A Ponte de Ferro do Passo do Inferno, São Francisco de Paula
A Ponte de Ferro do Passo do Inferno.

Como o acesso para a Barragem do Passo do Inferno estava fechado, segui para a ponte de ferro. Aproveitei para passar no Parque da Cachoeira para me informar. E conversei algum tempo com o Paulo, dono do parque.

A Ponte de Ferro do Passo do Inferno, São Francisco de Paula: dá acesso ao Parque da Cachoeira
Ponte dá acesso ao Parque da Cachoeira.

Ele comentou que o acesso às barragens foi proibido após alguns acidentes. E disse que as quedas d’água junto à Barragem da Toca são umas das mais belas de toda a região. O local era para ser um ponto turístico.

Queda d'água no Parque da Cachoeira, São Francisco de Paula
Queda d'água no Parque da Cachoeira.

Conversando com o Paulo, descobri que havia feito uma trilha que leva à barragem. Dois anos antes, estive no Parque da Cachoeira e fiz a Trilha da Toca. Só não fazia ideia que acima da cachoeira havia uma barragem...

Ponte no Passo do Inferno, São Francisco de Paula
Ponte no Passo do Inferno

sexta-feira, 27 de março de 2015

A Ponte de Ferro do Passo do Inferno, em São Francisco de Paula

O Passo do Inferno é um vale com cachoeiras, matas e penhascos. No local, fica a UHE Passo do Inferno, que faz parte do Sistema Salto.

Ponte do Passo do Inferno, São Francisco de Paula
Ponte do Passo do Inferno, São Francisco de Paula

A Ponte do Passo do Inferno foi construída em 1935, em ferro e sem pilares. O vão tem 74 metros. Junto à ponte, funciona o Parque da Cachoeira.

Parque da Cachoeira, visto da Ponte do Passo do Inferno, São Francisco de Paula
Parque da Cachoeira, visto da Ponte de Ferro.

Localização: RS-110 para Bom Jesus, Distrito de Eletra. O acesso fica a 27 km do centro de São Francisco de Paula.

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Barragem do Blang, São Francisco de Paula

Barragem do Rio Santa Cruz. Foi construída em 1958. E possui área de lazer com campos, rios e pinhais. É propícia à pesca.

A Barragem do Blang fica no Rio Santa Cruz, em São Francisco de Paula
A Barragem do Blang fica no Rio Santa Cruz.

A Barragem do Blang, em São Francisco de Paula: A construção foi concluída em 1958
A construção foi concluída em 1958.

Barragem do Blang, em São Francisco de Paula
A barragem fica em São Francisco de Paula.

Localização: o acesso fica a 16 km do centro de São Francisco de Paula.

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quinta-feira, 26 de março de 2015

Barragem do Salto, São Francisco de Paula

A Barragem do Salto, no Rio Santa Cruz, foi concluída em 1951. Do tipo Ambursen, foi construída em concreto armado, com 26 metros de altura e um comprimento de 179 metros. E fica em São Francisco de Paula.

A Barragem do Salto fica no Rio Santa Cruz, em São Francisco de Paula
A Barragem do Salto fica no Rio Santa Cruz.

  
Ao redor da Barragem do Salto, há uma área com camping e balneários, campos, pinhais e rios propícios à pesca.

A Barragem do Salto, em São Francisco de Paula, foi concluída em 1951
A Barragem do Salto foi concluída em 1951.

Além da Usina Hidrelétrica do Salto, o Sistema Salto é composto por outras usinas: UHE Toca e UHE Passo do Inferno, ao sul. UHE Canastra e UHE Bugres, em Canela. E as barragens do Blang e Divisa, ao norte.

A Barragem do Salto, em São Francisco de Paula, faz parte do Sistema Salto
A UHE do Salto faz parte do Sistema Salto.


Localização: acesso pela RS-235, entre Canela e São Francisco de Paula. O acesso fica a 22 km do centro de São Francisco de Paula.

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quarta-feira, 25 de março de 2015

Usina Hidrelétrica e Barragem dos Bugres, em Canela. Ruínas do Antigo Cassino Palace Hotel

Parti na manhã do dia 21/10/14, para acompanhar a Festa Nacional da Música pelo terceiro ano seguido. Como os shows ocorreriam só à noite, aproveitei o dia para ir até a Barragem dos Bugres e ao antigo cassino.

Fachada do antigo Cassino Palace Hotel, em Canela
Fachada do antigo Palace Hotel


Parque das Sequoias
Deixei Porto Alegre às 9h15. Cheguei à Canela pouco após as 11h30. O trânsito de caminhões tornou a viagem mais lenta. Segui direto para o Parque das Sequoias. A ideia era conhecer duas cascatas no parque.

Ruínas do Cassino Palace Hotel, em Canela
Ruínas do Cassino Palace Hotel, em Canela.

Conversei certo tempo com o proprietário. As trilhas para a Cascatinha dos Mentz e para a Cascata do Marmeleiro devem ser agendadas e feitas com guia. Pedi outras informações e segui para as duas UHE de Canela.

Ruínas do Cassino Palace Hotel, em Canela: As obras do cassino foram suspensas devido à proibição dos jogos no Brasil, nos anos 50
As obras do cassino foram suspensas devido
à proibição dos jogos no Brasil, nos anos 50.


Usinas da Canastra e dos Bugres
Deixei o Parque das Sequoias, com destino à Usina Hidrelétrica (UHE) de Canastra. No caminho, passei pelo Alpen Park. Como a UHE da Canastra não possui barragem em atividade, parti de lá para a UHE dos Bugres.

Usina Hidrelétrica dos Bugres, em Canela
Usina Hidrelétrica dos Bugres

Entre as duas usinas, percorri mais de 20 km em estradas de terra. Tirei fotos da barragem da UHE dos Bugres e retornei ao centro de Canela. Àquela altura já eram quase 15h. Mas havia ainda um local para passar...


Cassino Palace Hotel
Fazia anos que eu não ia ao antigo cassino de Canela. Talvez uns vinte. Na verdade, o cassino não chegou a ser inaugurado. Quando o Palace Hotel estava em fase de construção, Eurico Gaspar Dutra proibiu o jogo no Brasil.

Subsolo do Cassino Palace Hotel, em Canela
Subsolo do Cassino Palace Hotel.

Do que um dia seria o Palace Hotel, restam só as ruínas do primeiro e do segundo pisos. Ao todo, o ele teria cinco. A construção acabou abandonada, sendo posteriormente condenada. O bairro em torno chama-se Palace.

O bairro em torno das ruínas  do Cassino Palace Hotel, em Canela, chama-se Palace
O bairro em torno das ruínas chama-se Palace.

Na época, outros dois cassinos estavam sendo construídos em Canela. E só um deles sobreviveu. O Hotel Laje de Pedra começou a ser construído como cassino e teve sua construção adaptada, com a proibição do jogo.

terça-feira, 24 de março de 2015

Ruínas do Cassino Palace Hotel, Canela

O Cassino Palace Hotel teria sido um complexo hoteleiro e de jogos, em Canela. O arquiteto alemão Theodor Wiederspahn, já em seus últimos anos de vida, foi requisitado para fazer o projeto. E a execução da obra ficaria por conta da empresa W. Rinaldo Dietrich S.A.

O Cassino Palace Hotel, em Canela, foi projetado pelo arquiteto alemão Theodor Wiederspahn
O Cassino Palace Hotel foi projetado pelo
arquiteto alemão Theodor Wiederspahn.
   
O Cassino Palace Hotel teria sido um dos maiores e mais modernos hotéis do país. O complexo acabaria se tornando uma referência no turismo da Serra Gaúcha. Mas dois grandes problemas impediram que as previsões se concretizassem. E a construção acabou sendo interrompida.

O Cassino Palace Hotel, em Canela, teria sido um dos  hotéis mais modernos do país, na época
O Cassino Palace Hotel teria sido um dos
hotéis mais modernos do país, na época.

A construção do Cassino Palace Hotel foi, finalmente, iniciada em 1939, em uma área com 10 mil m2. A falência da firma responsável pela construção do prédio, porém, interrompeu a obra. O golpe final no projeto seria dado em 1945. E viria do governo federal.

O Cassino Palace Hotel, em Canela: a construção iniciou em 1939
A construção do hotel foi iniciada em 1939.

Durante a gestão do Presidente da República Eurico Gaspar Dutra, os jogos de azar foram proibidos Brasil. Na época, as fundações do Cassino Palace Hotel já haviam sido finalizadas. E o primeiro andar estava sendo edificado. Mas a construção acabou sendo suspensa.

O Cassino Palace Hotel, em Canela: A construção foi suspensa com a proibição dos jogos, durante o governo Gaspar Dutra
A construção foi suspensa com a proibição
dos jogos, durante o governo Gaspar Dutra.

Diante das dificuldades financeiras e da proibição dos jogos, a construção não teve continuidade. E em razão disto, o grandioso projeto Cassino Palace Hotel nunca se concretizou. Com o passar do tempo, as ruínas do antigo hotel viraram atração turística em Canela.

O Cassino Palace Hotel, em Canela: Hoje, as ruínas do hotel são atração turística
Hoje, as ruínas do hotel são atração turística.

O Projeto do Cassino Palace Hotel

Subsolo: abrigaria um jardim de inverno de 330 m2 e um restaurante. O subsolo do hotel ainda abrigaria um salão de eventos, um cinema, bares e lojas em geral.

O Cassino Palace Hotel, em Canela: Subsolo
Subsolo do Cassino Palace Hotel

Cassino: as salas de apostas do cassino ficariam no térreo, distribuídas de uma extremidade a outra do prédio. O acesso seria facilitado pela escadaria principal do hotel.

O Cassino Palace Hotel, em Canela: A escadaria facilitaria o acesso ao cassino
A escadaria facilitaria o acesso ao cassino.

Apartamentos: 170 apartamentos dispostos em seis andares. Os aposentos teriam uma luxuosa linha de móveis e sistema de aquecimento.

O Cassino Palace Hotel, em Canela: Os aposentos teriam luxuosa linha de móveis
Os aposentos teriam luxuosa linha de móveis.

Localização: Rua Palace Hotel, 300, Canela. As ruínas do Cassino Palace Hotel ficam a cerca de 1.200 metros da Catedral de Pedra.

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segunda-feira, 23 de março de 2015

Barragem e Usina dos Bugres, Canela

O município de Canela é cortado pelos rios Santa Cruz e Paranhana. Além de vários riachos e nascentes, como a do Rio Paranhana. Há duas usinas hidrelétricas em seu território: Canastra e Bugres. Canela ainda conta com açudes, usados na irrigação das lavouras e como locais para pesca.

Usina Hidrelétrica dos Bugres, em Canela
Usina Hidrelétrica dos Bugres, em Canela

O Rio Santa Cruz divide os municípios de Caxias de Sul e Gramado. É cercado por vegetação densa e é propício ao rafting. O Rio Paranhana nasce em São Francisco de Paula e deságua em Taquara. Ele drena municípios de Taquara, Igrejinha, Três Coroas e parte de Gramado e Canela.

Barragem da Usina dos Bugres, em Canela
Barragem da Usina dos Bugres, em Canela

As usinas hidrelétricas da Canastra e dos Bugres ficam no curso do Rio Paranhana. E contam com águas do Rio Santa Cruz. A transposição do vale ocorre através de um túnel de 2 080 metros de comprimento e 2,2 metros de diâmetro. Ela inicia na Barragem do Salto, em São Francisco de Paula.

Cano sai da Usina dos Bugres, em Canela
Cano sai da Usina dos Bugres

A Usina Hidrelétrica dos Bugres está em operação desde 1952. Possui 182 metros de comprimento e 27 metros de altura. Esta usina está localizada a 20 km da sede do município, na localidade de Bugres. Acumula 245.000 m3 de água. E apresenta uma potência efetiva de 11,50 MW.

Estrutura da Usina dos Bugres, em Canela
Estrutura da Usina dos Bugres, em Canela


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domingo, 22 de março de 2015

Praia de Ipanema e Por do Sol no Lago Guaíba: A Beleza Natural da Zona Sul de Porto Alegre

A Zona Sul de Porto Alegre estende-se ao longo da orla do Lago Guaíba. Alguns de seus bairros ficam a cerca de 40 km do Centro. Ipanema, o mais famoso, destaca-se pelo calçadão. Dali contempla-se o por do sol, um dos cartões postais da cidade.

Contemplar o por do sol do Lago Guaíba é uma das atividades preferidas dos porto-alegrenses
Contemplar o por do sol do Guaíba é uma
das atividades preferidas dos porto-alegrenses.

Dediquei a tarde do dia 03/08/14, um domingo, para revisitar Ipanema. Este bairro fica a cerca de 20 km do Centro de Porto Alegre. E, dependendo do trânsito, leva-se de uma hora a uma hora e meia para percorrer o trajeto até Ipanema. Isso se não tem jogo no Beira-Rio...

Calçadão de Ipanema, em Porto Alegre: local para caminhadas
Calçadão de Ipanema: local para caminhadas.

Como se pode perceber, Ipanema ainda é um pouco distante do Centro da capital gaúcha. Mais até pelo tempo gasto durante o percurso do que pela quilometragem em si. Nada que se compare, porém, ao isolamento da Praia de Ipanema das décadas de 1970 e 1980.

Por do sol do Guaíba, na Praia de Ipanema, em Porto Alegre
Por do sol do Guaíba, na Praia de Ipanema.

Foi-se o romantismo daqueles tempos. Hoje, a acessibilidade é maior. Tudo fica mais fácil. As distâncias diminuíram. E assim, mais e mais pessoas procuram por Ipanema. A paisagem acaba poluída por gente boçal, vulgar, barulhenta. E por carros com o som no máximo volume.

Paisagem do Guaíba cortada por Jet Sky, em Porto Alegre
Paisagem do Guaíba cortada por Jet Sky.

Abstraia a vulgaridade, o intenso barulho, os corpos constrangedores, as roupas de mau gosto. O que sobra é a bela paisagem do Lago Guaíba. Por vezes, emoldurada por colunas dispostas no calçadão. Em outras, cortada por algum Jet Sky ou pequeno barco.

Casal apreciando o por do sol no Guaíba, em Porto Alegre
Casal apreciando o por do sol no Guaíba.

A orla de Ipanema é procurada por caminhantes, ciclistas e corredores. Não é raro se observar uma roda de capoeira. Ao redor, o olhar de verdadeiros gaúchos com suas cuias de chimarrão. Enfim, Ipanema, há décadas, é um ponto de encontro nos finais de semana.

Roda de capoeira no Calçadão de Ipanema, em Porto Alegre
Roda de capoeira no calçadão.

Um ponto de encontro, principalmente, para contemplar o por do sol às margens do Lago Guaíba. Principal cartão postal de Porto Alegre. Orgulho dos gaúchos. Um espetáculo gratuito que agrada diferentes raças e classes sociais. E porto-alegrenses e turistas de todas as idades.

Pequeno barco ao entardecer no Lago Guaíba, em Porto Alegre
Pequeno barco ao entardecer no Guaíba.

 
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