sexta-feira, 31 de outubro de 2014

“A Whole New World” (Tema de Aladdin)

A trilha sonora de “Aladdin” foi lançada em 31/10/1992. E o compositor Alan Merken ganhou o Oscar e o Globo de Ouro de Melhor Trilha Sonora Original. Sua principal música é “A Whole New World”, tema de Aladdin.

“A Whole New World” fala sobre o novo mundo que Aladdin e Jasmine estão indo descobrir.
A Whole New World” fala sobre o novo mundo
que Aladdin e Jasmine estão indo descobrir.

A Whole New World” teve a melodia composta por Alan Merken e a letra por Tim Rice. A dupla ganhou o Oscar e o Globo de Ouro de Melhor Música Original por essa canção. E o Grammy Award de Melhor Música do Ano.

A trilha sonora recebeu também o Grammy de Melhor Álbum Musical para Crianças. Peabo Bryson & Regina Belle receberam o Grammy de Melhor Performance Pop em Dupla. A dupla canta a música “A Whole New World”.


A Whole New World” é uma balada cantada por Aladdin e pela princesa Jasmine. A música fala sobre o novo mundo que os dois estão indo descobrir enquanto viajam no tapete mágico de Aladdin.

A versão original da música foi cantada por Brad Kane e Lea Salonga, no filme. A dupla interpretou a música na cerimônia do Oscar. Bryson e Belle cantam a versão que aparece nos créditos finais do filme e na trilha.

Trilhas de Filmes até 1960
Beethoven no Cinema: 1930 a 1960
Trilhas de Filmes de 1961 até 1975


Trilhas de Filmes de 1976 até 1985


Trilhas de Filmes de 1986 até 2000


Trilhas de Filmes a partir de 2001

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Píer Turístico de Itajaí

O moderno píer exclusivo para navios de cruzeiro possibilita a atracação de navios de grande porte. E fica no Centro Histórico de Itajaí e conta com serviço de alfândega. Os transatlânticos são recebidos no píer com fogos de artifício, shows de músicos e grupos folclóricos da região.

Píer Turístico de Itajaí
Píer Turístico de Itajaí

Localização: Avenida Prefeito Paulo Bauer, em frente à Praça Vidal Ramos, no Centro Histórico de Itajaí.

Mercado do Peixe de Itajaí

O Mercado do Peixe fica ao lado do Mercado Público Municipal de Itajaí. Ele possui bancas que vendem pescados, frutas, verduras, produtos coloniais, artesanato. Além disso, um empório natural reúne mais de 370 tipos de ervas. O Mercado do Peixe também possui uma lanchonete.

Mercado do Peixe de Itajaí
Mercado do Peixe de Itajaí

Localização: Avenida Ministro Victor Konder, Praça Félix Busso Asseburg, no Centro Histórico de Itajaí.
Funcionamento: 2ª a 6ª feira, das 07h às 18h. Sábado, das 07h às 14h. O movimento costuma ser mais intenso aos sábados.

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quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Casa Lins: Centro de Documentação e Memória Histórica da Cidade de Itajaí

Em 1913, o Dr. Norberto Bachmann adquiriu a casa de madeira localizada no local. Em 1914, o médico passa a residir e a clinicar na casa que construiu no terreno. Dez anos depois, o médico vende a propriedade para Francisco Olegário dos Santos.

Casa Lins: Centro de Documentação e Memória Histórica da Cidade de Itajaí.
Casa Lins: Centro de Documentação e
Memória Histórica da Cidade de Itajaí.

Em 1937, Genésio Miranda Lins adquiriu o imóvel. E de 1937 até 1953, o Dr. Ivo Stein Ferreira morou e clinicou na casa. Em 30 de janeiro de 1978, após o falecimento de Genésio Miranda Lins a casa passa a ser propriedade de Maria Consuelo dos Santos Lins.


Atividades Culturais
Na década de 1970, a casa foi usada pelo MOBRAL (Movimento Brasileiro de Alfabetização). Em 1980, o Núcleo de Animação Cultural de Itajaí instalou-se na propriedade. Depois, durante quinze anos, de 1985 até 1999, a Proarte de Itajaí funcionou no local.

Em 1995, a casa foi doada à Fundação Genésio Miranda Lins. E em 1999, o prédio foi tombado como patrimônio histórico e cultural. Em 2001, foi inaugurado o Centro de Documentação e de Memória Histórica. Em 2012, o prédio foi restaurado e novamente entregue à comunidade.

Localização: Rua Lauro Müller, 335, Centro de Itajaí.
Funcionamento: 2ª a 6ª feira, das 8h às 18h.

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Mercado Público Municipal de Itajaí

O Mercado Público Municipal de Itajaí foi inaugurado em 1917. Caracteriza-se pelo estilo eclético de influência germânica. Destaque para as armações do telhado. O mercado sofreu um incêndio em 1936. E, após reforma, foi modificado externamente.

Mercado Público Municipal de Itajaí
Mercado Público Municipal de Itajaí

Também conhecido como Mercado Velho, o Mercado Público Municipal de Itajaí foi concebido para a comercialização dos produtos de pesca. Depois, com a construção do Mercado do Peixe, o Mercado Velho acabou perdendo a característica original.

Em 2001, o prédio foi tombado Patrimônio Histórico Estadual. Atualmente, é considerado Centro de Cultura Popular pela Fundação Cultural de Itajaí. É o principal ponto de encontro dos boêmios da cidade. E também daqueles que apreciam MPB, chorinho e samba.

No pátio interno do Mercado Público Municipal de Itajaí, há um chafariz. No local, há também diversas lojas de artesanato, além de um restaurante com pratos típicos de frutos do mar. Tais pratos são servidos ao ar livre, no pátio interno do mercado.

Localização: Av. Ministro Victor Konder, 64, Praça Félix Busso Asseburg, no Centro Histórico de Itajaí.
Funcionamento: 2ª a sábado, das 8h às 19h. Aos sábados, há shows.

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terça-feira, 28 de outubro de 2014

História de Itajaí: Os Guaranis, Os Açorianos e Os Tropeiros

As terras onde atualmente fica a cidade de Itajaí eram ocupadas pelos índios Xokleng e Guarani. Estes índios eram arredios. Não aceitavam o contato com o homem branco e sempre o atacavam. Na língua dos índios guaranis, a palavra Itajaí significa “rio que corre sobre as pedras.

Os índios Guarani ocupavam as terras onde atualmente fica o município de Itajaí
Os índios Guarani ocupavam as terras onde
atualmente fica o município de Itajaí (SC).

A povoação só começou com os açorianos, em meados do século XVIII. E intensificou-se, em 1820, com a instalação da colônia portuguesa. Em 1823, foi fundada a freguesia com a criação do curato do Santíssimo Sacramento e a construção da capela e do cemitério.

O distrito de Itajaí foi criado em 1833. A partir de 1850, começou a crescer, com a chegada dos alemães e italianos. O destino eram os vales. Acabaram fixando-se no litoral. Em 1860, Itajaí emancipou-se, desmembrando-se de Porto Belo e de São Francisco do Sul.


Índios Matavam os Tropeiros
Antes da chegada dos imigrantes, fazendeiros paulistas, criadores de gado, instalaram suas manadas na região de Lages. E para levar o gado ao litoral, os tropeiros precisavam cruzar pelas terras dos índios Xokleng. Muitos dos homens foram mortos, atacados pelos índios.

Isto levou os fazendeiros a procurar Dom Pedro II. Pediram providências que garantissem a condução segura do gado. E contrataram capitães-do-mato para exterminar os índios. Isso possibilitou a ocupação da área e a fundação de cidades. Entre elas Itajaí.

Na mesma época, na Alemanha, havia um estímulo à emigração. Porém, o imigrante também encontrou muita resistência por parte dos índios. Houve diversas baixas, inclusive de mulheres e crianças, o que fez com que muitos desses imigrantes fossem para outras regiões. 

Itajaí, Santa Catarina

Itajaí fica no litoral centro-norte catarinense, em uma região denominada Costa Verde e Mar. Com mais de 180 mil habitantes, tem o segundo maior PIB do estado, impulsionada pelo complexo portuário.

Cidade de Itajaí, no mapa de Santa Catarina
Itajaí, Santa Catarina

Itajaí cresceu às margens do Rio Itajaí-Açu. A cidade abriga o maior porto catarinense e um dos mais importantes do Brasil. E reúne um belo conjunto arquitetônico ocupado por museus e centros de cultura.

A cidade conta com praias badaladas e tranquilas. Assim, é ideal tanto para quem procura por descanso como para quem procura por agito. A cidade ainda reúne cavernas e montanhas entre seus atrativos.

Casa da Cultura Dide Brandão, em Itajaí
Casa da Cultura Dide Brandão

Itajaí também organiza eventos que se tornaram tradicionais. Dentre esses eventos destacam-se o Festival de Música e a Marejada. A Marejada valoriza a gastronomia da região, baseada nos pratos ricos em frutos do mar.

Mapa de Itajaí adaptado do Wikipedia.

Leia mais sobre...
História de Itajaí


Distâncias na Região
Blumenau = 52 km
Bombinhas = 50 km
Brusque = 36 km

 Mercado Público de Itajaí
Mercado Público de Itajaí

Florianópolis = 97 km
Itapema = 33 km
Joinville = 88 km
Navegantes = 11 km
Penha = 26 km
Porto Belo = 44 km

Molhes da Barra do Rio Itajaí-Açu, em Itajaí
Molhes da Barra do Rio Itajaí-Açu

Distâncias Outros Estados
Curitiba = 223 km
Porto Alegre = 547 km
Rio de Janeiro = 1.108 km
São Paulo = 623 km

Distâncias Outros Países
Buenos Aires = 1.660 km

Casa Burghardt, em Itajaí
Casa Burghardt


Atrações de Itajaí

Construções Históricas
Palácio Marcos Konder

Palácio Marcos Konder, em Itajaí
Palácio Marcos Konder


Igrejas
Igreja Matriz de Itajaí

Igreja Matriz de Itajaí
Igreja Matriz de Itajaí


Natureza

Bico do Papagaio: atrativo de Itajaí
Bico do Papagaio: atrativo de Itajaí.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Modinhas de Juca Chaves nos Anos 70, 80 e 90: “A Cúmplice”, “Yara aos 39” e “Sentir-se Jovem”

Voo de Concorde” é uma valsa à francesa. Ela nos embala harmonicamente numa viagem supersônica Rio de Janeiro – Paris, com Juca Chaves e Yara, sua musa. Na modinha "Voo de Concorde", destaca-se um excepcional solo do instrumentista Chiquinho do Acordeon.

"A Cúmplice", de 1974, é uma das principais modinhas compostas por Juca Chaves.
"A Cúmplice", de 1974, é uma das principais
modinhas compostas por Juca Chaves. 


A Cúmplice”, de 1974, é sem dúvida um dos clássicos da música brasileira. Tanto na música quanto na poesia. É o poeta Juca sonhado com Yara. A mulher diferente, amiga, amante, confidente. A mulher que viria a ser sua cúmplice. De tudo o que fizer a mais...


Nós, Os Gladiadores”, foi composta na Áustria, em 1984, por um Juca Chaves já quase cinquentão. Um Juca sinfonicamente adulto e de inspirada paixão, juvenil. A orquestração e a regência são do próprio menestrel. Assim como em seu presente surpresa de aniversário à sua amada, “Yara aos 39”.



Sentir-se Jovem” é, por fim, o menestrel Juquinha filosofando uma lição de amor e sabedoria. Despindo-se da vaidade da juventude. E enaltecendo as rugas da mulher amada. Desmistificando a desculpa da velhice. É um hino à beleza eterna para os que ainda acreditam no amor.


As Modinhas de Juca Chaves na Década de 1960: "Pequena Marcha para um Grande Amor"

Já “Pressenti Teu Vulto Triste” e “Pequena Marcha para um Grande Amor” foram compostas e gravadas em 1962. Poucos antes de partir para o exílio na Europa. Em “Pressenti Teu Vulto Triste”, Juca dá um toque operístico, com introdução de clarineta estilo Verdi, seu compositor predileto.

Juca compôs "Pequena Marcha para Um Grande  Amor" pouco antes de partir para o exílio.
Juca compôs "Pequena Marcha para Um Grande
Amor
" pouco antes de partir para o exílio.


A marcha-rancho foi regravada na Itália. Nela, Juca é um brasileiro saudoso do Rio de Janeiro de Lamartine Babo, seu admirador e fã. E em “Amores Encucados”, o poeta lírico é revelado. A este lirismo, juntam-se as lúdicas pitadas de “non-sense”, inspiradas nas telas de seu amigo Juarez Machado.



Paixão Segundo o Nosso Amor” faz parte de uma trilogia composta em Lisboa, em 1964. Esta trilogia foi gravada na Itália, com o acompanhamento da Orquestra de Câmara do Piccolo Scala de Milano. Juca usa um português arcaico versejado pelo Jogral Ruy Affonso, lembrando Gil Vicente.


As Modinhas de Juca Chaves nos Anos 1950: "Por Quem Sonha Ana Maria?"

Dos 14 aos 16 anos, Juca – na época, ainda Jurandir, havia composto 26 modinhas. Dentre elas, a canção “Menina”, influenciada por Catulo da Paixão Cearense. “Musa Infiel”, foi influenciada por Pixinguinha. Ambas as canções foram registradas em 1957, nas suas primeiras gravações em 78 RPM.

"Menina" foi uma das primeira modinhas compostas por Juca Chaves, nos anos 50.
"Menina" foi uma das primeira modinhas
compostas por Juca Chaves, nos anos 50.


"Por Quem Sonha Ana Maria" talvez tenha sido o maior sucesso de Juca Chaves, na época. A modinha mostra seu lado romântico e erudito. E figurou durante três anos nas paradas. Transformou-se em um marco da MPB. E em 1960, foi interpretada no filme “Marido de Mulher Boa”.



Que Saudade”, também deste período, mostra o jovem Juca romântico e erudito. Ele mesmo toca piano e violão na música. A modinha foi composta enquanto ainda era aluno do maestro Guerra-Peixe. Foi gravada por Marie Lafforet, na França, em 1966, com o nome de “Coer Sauvage”. 


 
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