domingo, 31 de agosto de 2014

Parque Zoobotânico Morro da Boa Vista, Joinville

Área de preservação com 100 mil m², situada no Morro da Boa Vista. O zôo conta com cerca de 200 animais apreendidos pelo IBAMA e dispostos em cercados, junto a um lago. Ali, há quiosques e um playground.

Parque Zoobotânico do Morro da Boa Vista, Joinville
Parque Zoobotânico do Morro da Boa Vista

Uma trilha em meio ao Parque Zoobotânico leva ao topo do Morro da Boa Vista. Nas áreas de floresta junto a ela, diversas espécies de animais vivem livres. Repare na flora da região, com orquídeas e olhos-de-boneca.

Localização: Rua Pastor Guilherme Rau, 46, Saguaçu, Joinville.
Funcionamento: 3ª a domingo, das 09h às 18h.

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sábado, 30 de agosto de 2014

Alameda Brüstlein, a Rua das Palmeiras, Joinville

A Alameda Brüstlein, ou Rua das Palmeiras, foi concebida para ligar a “Maison de Joinville” à Rua da Olaria, a atual Rua do Príncipe. E homenageia Frederico Brüstlein, primeiro administrador da Colônia de Dona Francisca.

Alameda Brüstlein ou Rua Palmeiras, em Joinville
Alameda Brüstlein ou Rua Palmeiras, em Joinville

Em 1867, Brüstlein solicitou a Louis Niemeyer que trouxesse de sua viagem ao Rio de Janeiro sementes das palmeiras imperiais do Jardim Botânico. Em 1873, mudas de 56 palmeiras imperiais foram transplantadas para o local.

Em 1973, a Alameda Brüstlein foi ajardinada e transformada em “Boulevard”, com projeto do artista Juarez Machado. Em 09 de março de 2005, ela foi tombado pelo Patrimônio Cultural do município de Joinville.

Localização: entrada pela Rua Rio Branco ou pela Rua do Príncipe, no centro de Joinville. A Rua Rio Branca fica em frente ao Museu Nacional de Imigração e Colonização.

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sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Museu Nacional Imigração Colonização, Joinville

O prédio que atualmente abriga o museu foi construído, em 1870, para sediar a administração da Colônia Dona Francisca, hoje Joinville. O antigo prédio foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, em 1939.

Museu Nacional de Imigração e Colonização, Joinville
Museu Nacional de Imigração e Colonização

O Museu Nacional de Imigração e Colonização é um dos principais museus de Santa Catarina. O acervo, composto de móveis e utensílios, revela aspectos da vida rural e urbana da antiga Colônia Dona Francisca.

O museu, criado em 1957, conta a história dos imigrantes alemães. E reúne cerca de 5.000 peças, em treze coleções. Na área externa, a Casa Enxaimel, datada de 1905, recompõe uma típica construção do início do século XX.

No acervo do museu, destaca-se o mobiliário da época, feito em carvalho europeu. Há armas, teares, máquinas de escrever e costurar. E o harmônio, pequeno órgão de 1864, foi doado pelo Príncipe de Joinville para a Catedral.

Localização: Rua Rio Branco, 229, centro de Joinville. O Museu Nacional de Imigração e Colonização fica em frente à Alameda Brüstlein.
Funcionamento: 3ª a 6ª feira, das 09h às 17h. Sábado, domingo e feriados, das 12h às 18h.

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quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Museu Arqueológico do Sambaqui, Joinville

O Museu Arqueológico do Sambaqui surgiu em 1969. Após a compra da coleção de Guilhereme Tiburtius, em 1963. Ela reunia um relevante material de populações pré-coloniais. Em 1972, construiu-se e inaugurou-se a atual sede do museu antropológico de Joinville.

Museu Arqueológico do Sambaqui, Joinville
Museu Arqueológico do Sambaqui, Joinville

Este reúne cerca de 12 mil peças arqueológicas. Em sua maioria, são objetos de índios da região. Dentre eles, pontas de flechas, lanças, bastões de osso, esculturas em pedra, urnas funerárias. Grande parte das peças foi encontrada em sambaquis, na região norte de Santa Catarina.

Calcula-se que os primeiros habitantes da região de Joinville viveram em torno do ano 4.800 a.C. Indícios disso foram encontrados em mais de quarenta sítios arqueológicos – os sambaquis. E dez desses sítios arqueológicos estão localizados na área urbana de Joinville.

O Museu Arqueológico de Sambaqui mostra os hábitos dos antigos habitantes da região, o “homem sambaqui”. Objetos encontrados em escavações dão ideia de como era a alimentação, os costumes estéticos, os rituais funerários e a arte em pedra daquele povo.

Localização: Rua Dona Francisca, 600, centro de Joinville.
Funcionamento: 3ª a 6ª feira, das 09h às 17h. Sábado, domingo e feriados, das 12h às 18h.

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quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Casa de Cultura de Joinville

A Casa da Cultura Fausto Rocha Júnior abriga a Escola de Artes Fritz Alt, a Escola Municipal de Balé e a Galeria Municipal de Artes Victor Kursancew. A galeria recebe exposições de artistas locais. E destaca-se, em especial, por promover novos artistas.

Casa de Cultura de Joinville
Casa de Cultura de Joinville

Localização: Rua Dona Francisca, 364, centro de Joinville.
Funcionamento: 2ª a 6ª feira, das 8h às 20h.

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terça-feira, 26 de agosto de 2014

Escola do Teatro Bolshoi Brasil, Joinville

O Teatro Bolshoi é a mais respeitada instituição de ensino de balé do mundo. Fora da Rússia há apenas uma escola do Teatro Bolshoi. E esta escola fica em Joinville. Os cerca de trezentos alunos provenientes de diversos estados do Brasil, em sua maioria, têm bolsa integral.

Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, Joinville
Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, Joinville

As instalações da Escola do Teatro Bolshoi no Brasil ocupam uma área de 7.000 m² do Centreventos Cau Hansen. São salas para aulas teóricas e práticas, estúdios de piano, biblioteca e espaços culturais. Em 2008, a escola formou a primeira turma.

Sapatilhas de Balé, na Escola do Teatro Bolshoi, Joinville
Sapatilhas de Balé, na Escola do Teatro Bolshoi

Durante a visita, um guia apresenta as instalações da escola. No saguão, você verá expostos roupas e acessórios usados durante os espetáculos. Ali, também se encontram quadros e fotos relacionados ao teatro e à dança. E uma pequena loja que vende produtos com a marca Bolshoi.

Localização: Avenida José Vieira, 315, América, Joinville.
Agendamento de visita: (47) 3422-4070 ou www.escolabolshoi.com.br

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segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Centreventos Cau Hansen, Joinville

Esta é a primeira arena de multiuso da América Latina. O Centreventos Cau Hansen tem a capacidade de abrigar três eventos simultaneamente. Seus 25 mil m2 podem ser usados para apresentações teatrais e musicais, atividades esportivas ou convenções, congressos e exposições.

Centreventos Cau Hansen, Joinville
Centreventos Cau Hansen, Joinville

O Centreventos Cau Hansen abriga o Teatro Juarez Machado (500 lugares), a Arena Multiuso (5.000 lugares) e o Centro de Convenções Alfredo Salfer. O último recebe congressos e feiras. Já o teatro, criado em 2001, serve como laboratório de artes cênicas da Escola de Teatro Bolshoi no Brasil.

Quadro exposto no saguão da Escola de Teatro Bolshoi no Brasil
Quadro exposto no saguão da
Escola de Teatro Bolshoi no Brasil.

Localização: Avenida José Vieira, 315, América, Joinville.

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domingo, 24 de agosto de 2014

Getúlio Vargas: 60 Anos de Falecimento

O ex-presidente Getúlio Dornelles Vargas nasceu São Borja, em 19/04/1882. E em 24/08/1954, há exatos 60 anos, faleceu no Rio de Janeiro. Getúlio Vargas foi o líder da Revolução de 1930, que pôs fim à República Velha.

Getúlio Vargas liderou a Revolução de 30
Getúlio Vargas liderou a Revolução de 30.


Getúlio Vargas Presidente
Foi presidente do Brasil em dois períodos. O primeiro de 15 anos, de 1930 até 1945. No segundo período, governou por três anos e meio: de 31 de janeiro de 1951 até 24 de agosto de 1954, quando se suicidou.

O primeiro período teve 3 fases. Até 34, foi chefe do "Governo Provisório". De 34 a 37, foi eleito presidente pela Assembleia Nacional Constituinte de 1934. E de 37 a 45, foi presidente-ditador, durante o Estado Novo.

Getúlio Vargas foi presidente do Brasil em dois períodos
Getúlio Vargas foi presidente
do Brasil em dois períodos.

Getúlio Vargas cometeu suicídio, em 24/08/1954, com um tiro no coração, em seu quarto, no Palácio do Catete, Rio de Janeiro. Getúlio Dornelles Vargas é considerado o mais importante presidente da história do Brasil.


Formação de Getúlio Vargas
Getúlio Vargas iniciou os estudos em São Borja. Ficou pouco tempo em Ouro Preto, retornando em seguida para o Rio Grande do Sul. Em 1898, aos 16 anos, Vargas ingressou na carreira militar, tornando-se soldado.

Getúlio Vargas alinhou-se com o positivismo, doutrina filosófica seguida por Júlio de Castilhos. Destacado orador, coube a Getúlio Vargas fazer o discurso do funeral de Júlio de Castilhos, morto em 1903.

Getúlio Vargas exerceu a advocacia, em São Borja, no início do século XX
Getúlio Vargas exerceu a advocacia,
em São Borja, no início do século XX.

Em 1904, Getúlio ingressou na Faculdade de Direito da UFRGS, graduando-se em 1907. Inicialmente, trabalhou como Promotor Público no Fórum de Porto Alegre. Em seguida, retornou a São Borja, onde exerceu a advocacia.

Leia mais sobre Getúlio Vargas.

sábado, 23 de agosto de 2014

História de Joinville, a Cidade dos Príncipes

As terras onde fica a cidade de Joinville foram concedidas como dote de casamento ao Príncipe François Ferdinand Phillipe. O filho do rei da França casou, em 1843, com a Princesa Francisca Carolina, irmã de Dom Pedro II. Por isso, Joinville é ainda conhecida como a “Cidade dos Príncipes”.

Rua das Palmeiras, em Joinville
Rua das Palmeiras, em Joinville

Embora o casal tenha pensado em morar na região, logo abandonou a ideia e partiu para Paris. Em 1848, explodiu a revolução na França. E a monarquia fugiu para a Inglaterra. O casal acabou vendendo o patrimônio em terras distantes para manter o alto padrão de vida a que estavam acostumados.

As terras onde fica Joinville foram vendidas à Sociedade Colonizadora de Hamburgo. Em 1851, chegaram os primeiros alemães, austríacos, franceses, suíços e noruegueses. Em 1852, eles fundaram a Colônia Dona Francisca, mais tarde chamada Colônia Joinville, às margens do Rio Cachoeira.

A emancipação de Joinville ocorreu em 1866. A cidade desmembrou-se de São Francisco do Sul. Mas preserva a herança do período colonial. No centro, o Museu Nacional da Imigração e da Colonização e a Rua das Palmeiras, em frente ao museu, mantêm essa herança viva.

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Joinville, Santa Catarina

Joinville concilia a vocação centenária para a indústria com a de centro de excelência em turismo. E acabou-se tornando uma referência em turismo de eventos e uma cidade pioneira no turismo industrial.

Cidade de Joinville, no mapa de Santa Catarina
Joinville, Santa Catarina

Joinville é o maior e mais rico município de Santa Catarina. Oferece tanto atrativos culturais e históricos, como eventos. Há ainda a gastronomia típica e as atividades ligadas à natureza e à vida rural.

A principal cidade do norte do Estado de SC reúne shopping center, galerias, bares, casas noturnas e cinemas. Possui diversos museus e centros culturais. Além de um campo de golfe, a hípica e o kartódromo.

A 25 km do centro de Joinville, o visitante encontra as paisagens e a tranquilidade da vida no campo. A Estrada Bonita e as regiões do Piraí, do Quiriri e da Serra Dona Francisca fazem parte deste roteiro rural.

Mapa de Joinville adaptado do Wikipedia.

Balé: um dos atrativos culturais de Joinville.
Balé: um dos atrativos culturais de Joinville.


Distâncias no Estado
Blumenau = 97 km
Caçador = 326 km
Chapecó = 514 km
Concórdia = 452 km
Criciúma = 348 km
Dionísio Cerqueira = 606 km
Florianópolis = 176 km
Joaçaba = 398 km
Lages = 291 km
Laguna = 279 km
São Bento do Sul = 76 km

Centro Cultural Deutsche Schule, Florianópolis
Centro Cultural Deutsche Schule


Distâncias Outros Estados
Curitiba = 131 km
Porto Alegre = 625 km
São Paulo = 524 km



Atrativos Históricos
Mercado Público de Joinville


Cemitério dos Imigrantes, Florianópolis
Cemitério dos Imigrantes


Espaços Culturais

Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, Florianópolis
Escola do Teatro Bolshoi no Brasil


Igrejas

Igreja Luterana da Paz , Florianópolis
Igreja Luterana da Paz 


Museus
Museu Nacional de Imigração e Colonização


Museu da Bicicleta de Joinville
Museu da Bicicleta de Joinville


Parques e Monumentos

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Raul Seixas: 25 Anos de Falecimento

Viver. Rápida e intensamente. Enquanto fosse possível. Mas embriagar-se de vida. Sempre. A primeira metade do século XX chegava ao fim, em 1945, quando, em Salvador, nasceu Raul Seixas.

Raul Seixas nasceu em Salvador, em 1945.

Raul Seixas parecia destinado a se impregnar de rock n’ roll e ser roqueiro na vida, obedecendo às ordens de um anjo. Um anjo roqueiro. Que passou pela vida como se fosse um relâmpago.

Porém a sua luz rápida e intensa foi ofuscante. Imensa. E marcou uma trajetória sideral até a sua morte, em 21/08/1989, aos 44 anos, em São Paulo. Pouquíssimo tempo. Pouquíssimo tempo...

Raul Seixas faleceu em 21/08/89, em São Paulo
Raul Seixas faleceu em 21/08/89, em São Paulo.

Mas esse pouco tempo foi suficiente para Raul marcar a sua geração com composições inesquecíveis. O primeiro sucesso foi “Ouro de Tolo”, de 1973. Na sequência, veio “Mosca na Sopa” e “Al Capone”.

Quem nunca ouviu hinos como “Gita” ou “Há Dez Mil Anos Atrás”? E quem nunca se considerou uma “Metamorfose Ambulante”? Ou, quem sabe, um “Maluco Beleza”? Quem nunca pensou em ser um “Cowboy Fora da Lei”?


A saúde frágil e o maior desprezo por ela o levaram há 25 anos. Raul Seixas ainda tinha muito por fazer e por viver. Além do muito que foi feito e vivido em tão pouco tempo. Pouquíssimo tempo...  

Adaptado do texto de Arley Pereira, MPB Compositores, Editora Globo.

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Caminho dos Príncipes, Santa Catarina

Caminho dos Príncipes
As tradições cultivadas pelos descendentes de imigrantes europeus são uma marcante característica do Caminho dos Príncipes. Maior polo industrial de SC, a região harmoniza progresso econômico com desenvolvimento humano e conservação da natureza e do patrimônio histórico-cultural.

Caminho dos Príncipes, Santa Catarina
Caminho dos Príncipes, Santa Catarina

A Serra do Mar e seu entorno, com Mata Atlântica, córregos e cachoeiras; a floresta de araucárias no Planalto Norte e as paisagens rurais encantam os visitantes. E no litoral norte, a Baía Babitonga, a histórica São Francisco do Sul e as vilas de pescadores completam o roteiro do Caminho dos Príncipes.


Beleza e Diversidade
No Caminho dos Príncipes ficam a maior cidade catarinense, Joinville, e cidade mais antiga, São Francisco do Sul. A região reúne ainda importantes centros econômicos, como Jaraguá do Sul e São Bento do Sul. Já Corupá e Schroeder são os destinos de quem procurava pelo turismo de aventura.

Escola do Teatro Bolshoi, em Joinville
Escola do Teatro Bolshoi, em Joinville

O Caminho dos Príncipes oferece grande diversidade de opções. Do passeio ferroviário em Rio Negrinho à pesca de robalo em Guaruva. Do Festival de Rock Alternativo de Guaramirim à trilha do Quiriri, em Campo Alegre. Ou das lagoas de Balneário Barra do Sul às praias de Itapoá.

Com exceção de São Francisco do Sul, cidade de origem portuguesa, e de outros balneários litorâneos, a região foi colonizada por alemães. A herança européia pode ser vista nas cidades ajardinadas, nas ruas limpas e floridas e nas casas em estilo enxaimel com cortinas nas janelas.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Casa da Alfândega, Florianópolis

A construção da Casa da Alfândega ocorreu de 1875 a 1877. O presidente da província, Alfredo Tunay, inaugurou-a. O prédio é, ainda, a melhor referência de arquitetura neoclássica no sul do Brasil.

Antiga Casa da Alfândega de Florianópolis
Antiga Casa da Alfândega de Florianópolis

Casa da Alfândega de Florianópolis tem três corpos. O prédio central, com o sobrado. E os dois armazéns laterais, com telhados independentes. Em 1964, o fechamento do porto desativou a repartição pública.

Em 1975, quase um século após sua inauguração, a Casa da Alfândega foi tombada monumento nacional. Hoje, o local abriga uma loja de artesanatos e produtos coloniais das diversas regiões de Santa Catarina.

A Casa da Alfândega de Florianópolis foi construída entre 1875 e 1877. É referência em arquitetura neoclássica.
A Casa da Alfândega foi construída entre 1875
e 1877. É referência em arquitetura neoclássica.

Localização: Rua Conselheiro Mafra, 141, Centro de Florianópolis. Fica em frente ao Mercado Público Municipal.
Aberta de 2ª a 6ª feira, das 09h às 18h30h. Sábados, das 09h às 13h.

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segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Victor Meirelles de Lima, Pintor Histórico

Victor Meirelles de Lima nasceu em Nossa Senhora do Desterro, atualmente Florianópolis, em 18 de agosto de 1832. O pintor é reconhecido como um dos principais nomes na pintura histórica no Brasil.

O pintor catarinense Victor Meirelles de Lima
O pintor catarinense Victor Meirelles de Lima


A Infância de Victor Meirelles
Por volta dos cinco anos de idade, Victor Meirelles começou a copiar as imagens de gravuras e folhetos alheios. E aos dez, fazia caricaturas de fregueses de seu pai, o comerciante português Antônio Meirelles de Lima.

"Vista Parcial da Cidade de Desterro" (1846) - Victor Meirelles de Lima
"Vista Parcial da Cidade de Desterro" (1846)

Victor Meirelles cedo teve seu talento reconhecido. Aos 14 anos, ele foi aceito como aluno da Academia Imperial de Belas Artes. Em 1852, venceu o Prêmio de Viagem à Europa com a pintura “São João Batista no Cárcere”.

"Vista Parcial da Cidade de Desterro" (1851) - Victor Meirelles de Lima
"Vista Parcial da Cidade de Desterro" (1851)


Período de Victor Meirelles na Europa
Victor Meirelles partiu para a Europa, em junho de 1853. Os primeiros três anos passou em Roma e Florença. Nos três anos seguintes, estudou em Milão e Paris. A bolsa foi prorrogada por mais dois anos, passados em Paris.

"A Primeira Missa do Brasil" (1858-1861) - Victor Meirelles de Lima
"A Primeira Missa do Brasil" (1858-1861)

De tempos em tempos, Victor Meirelles precisava enviar obras para mostrar o seu progresso. Por isso, sua bolsa foi renovada duas vezes. Entre 1858 e 1861, pintou a sua obra mais conhecida, “A Primeira Missa no Brasil”.


"Batalha dos Guararapes" (1879) - Victor Meirelles de Lima
"Batalha dos Guararapes" (1879)


Pinturas Históricas de Victor Meirelles
Quando retornou ao Brasil, Victor Meirelles tornou-se um dos pintores preferidos de Dom Pedro II. E junto com o pintor Pedro Américo e o maestro Carlos Gomes, foi um dos responsáveis pela renovação da imagem do Brasil.


"Moema" (1866) - Victor Meirelles de Lima
"Moema" (1866)

Dentre as obras históricas mais expressivas estão a “Moema”, a “Batalha dos Guararapes” e o “Combate Naval do Riachuelo”. A última foi danificada no retorno de uma exposição nos EUA. O pintor fez outra versão mais tarde.


"Combate Naval do Riachuelo" (1882-1883)


Retratos e Paisagens de Victor Meirelles
Dentre os retratos e as paisagens, destacam-se o “Retrato de Dom Pedro II” e os três “Panoramas”. Estes eram obras de grandes dimensões e foram todos perdidos. O segundo tinha 115m de largura por 14,5m de altura.

"Retrato de Dom Pedro II" (1864) - Victor Meirelles de Lima
"Retrato de Dom Pedro II" (1864)

Com o início da República, no entanto, Victor Meirelles perdeu seu prestígio. Esquecido, o pintor passou o fim da vida em precárias condições financeiras. E faleceu, no Rio de Janeiro, em 22 de fevereiro de 1903.

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Casa de Victor Meirelles, Florianópolis

domingo, 17 de agosto de 2014

Guns N' Roses - "Sweet Child O' Mine"

"Sweet Child O' Mine" é uma canção do grupo de rock Guns N' Roses. Foi o terceiro single de “Appetite for Destruction”, o primeiro álbum de estúdio do grupo. O single foi lançado em 17/08/1988. E este foi o primeiro e o único single dos Guns N' Roses a chegar ao primeiro lugar das paradas nos EUA.

"Sweet Child O' Mine", dos Guns N' Roses, surgiu a partir de uma brincadeira de Slash.
"Sweet Child O' Mine", dos Guns N' Roses,
surgiu a partir de uma brincadeira de Slash.
 

Slash, guitarrista solo do Guns N' Roses, reagiu com desdém à possibilidade de aproveitar a melodia que criara. Para ele, aquilo era só uma brincadeira. Durante um ensaio do grupo, Slash começou a tocar uma “melodia de circo”, enquanto fazia caretas para o baterista Steven Adler.

O guitarrista rítmico Izzy Stradlin pediu a Slash que tocasse novamente a melodia. Então, criou alguns acordes. Duff McKagan providenciou uma linha de baixo. Adler, a batida. E o vocalista Axl Rose criou a letra, inspirado em Erin Everly, sua namorada na época e em Lynyrd Skynyrd.


‘"Sweet Child O' Mine" foi escrita em cinco minutos. Ela é uma daquelas canções de apenas três acordes. Você sabe o solo de guitarra Slash criou no início? Aquilo foi como uma brincadeira, pois ele perguntou ‘Que canção é esta?’. Isso é muito doce e sincero. Slash estava só brincando quando compôs aquele solo’. Duff McKagan, 1988

Quando o grupo foi gravar uma demo com o produtor Spencer Proffer, este sugeriu uma quebra ao fim da música. Os músicos aceitaram, mas não sabiam o que fazer. Após ouvir a demo, Axl começou a dizer para si mesmo: "Where do we go? Where do we go now?". Proffer disse: “É isso aí”.




Led Zeppelin - Stairway to Heaven

 
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