terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Centro Cultural Santos Guglielmi, Criciúma

O Centro Cultural Santos Guglielmi foi construído em 1983. O Centro Cultural abriga o Teatro Elias Angeloni, a Galeria de Arte Octávia Gaidzinski, além da Biblioteca Municipal Donatila Borba.

Centro Cultural Santos Guglielmi, em Criciúma
Centro Cultural Santos Guglielmi, em Criciúma

O teatro é a maior sala de espetáculos do sul de SC. Nele ocorre o Festival Internacional de Corais de Criciúma, em novembro. O festival recebe coros nacionais e internacionais.

Palco do Teatro Elias Angeloni, no Centro Cultural Santos Guglielmi, em Criciúma
Palco do Teatro Elias Angeloni, no Centro
Cultural Santos Guglielmi, em Criciúma

Localização: Parque Centenário, bairro Santa Bárbara, Criciúma.
Funcionamento: das 08h30 às 12h00 e das 13h30 às 17h30.


Parque Centenário, Criciúma

O Parque Centenário é uma área de 150.000 m² localizada próxima ao acesso sul de Criciúma. Nele, fica a Prefeitura Municipal, o Centro Esportivo Olavo Sartori, o Ginásio Esportivo Irmão Walmir Orsi e o Monumento às Etnias.

Monumento às Etnias, Parque Centenário, Criciúma
Monumento às Etnias, Parque Centenário, Criciúma

Um dos prédio mais importantes do Parque Centenário é Centro Cultural Santos Guglielmi. Nele ficam o Teatro Elias Angeloni, a Galeria de Arte Octávia Gaidzinski e a Biblioteca Municipal Donatila Borba.

Localização: Rua Domenico Sonego, 542, Criciúma.

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Criciúma, Santa Catarina

Criciúma fica a 196 km de Florianópolis e é a maior cidade do sul de Santa Catarina. Porém, apesar dos 170 mil habitantes, Criciúma é mal estruturada para o turismo. E sequer conta com um Centro de Informações Turísticas.

Cidade de Criciúma, no mapa de Santa Catarina
Criciúma, Santa Catarina

Isso não significa, contudo, que seja desprovida de atrativos. Criciúma é a única cidade do Brasil que possui uma mina de carvão aberta ao público. No mundo todo, há somente outras três minas de carvão abertas à visitação.

Tradicionalmente associada ao carvão, Criciúma destaca-se hoje pelas suas empresas. Mas quem não estiver ali a negócios, pode conhecer os museus e a Praça Nereu Ramos. Nela, aos sábados, ocorre um mercado de pulgas.

Mapa de Criciúma adaptado do Wikipedia.

Catedral São José, Criciúma
Catedral São José, Criciúma

Distâncias na Região
Cocal do Sul = 10 km
Içara = 10 km
Nova Veneza = 16 km
São Joaquim = 126 km
Siderópolis = 11 km
Treviso = 24 km
Urussanga = 20 km

Mina de Visitação Octávio Fontana, Criciúma
Mina de Visitação Octávio Fontana, Criciúma

Distância Outros Estados
Porto Alegre = 304 km



segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Visita ao Parque Centenário, em Criciúma

Deixei Lauro Müller por volta do meio-dia e, sem planejar, acabei parando em Orleans. Após conferir o MALO e as esculturas na rocha, segui para Criciúma, onde eu visitei o Parque Centenário.

Centro Cultural, no Parque Centenário, Criciúma
Centro Cultural, no Parque Centenário, Criciúma

Continuação de...
Museu ao Ar Livre e Esculturas na Rocha

A ideia era chegar a Criciúma pelas 15h30 e visitar um museu. Mas um caminhão me atrasou. E cheguei a Criciúma pelas 16h. Não encontrei vaga para estacionar no centro da cidade e segui para o Parque Centenário.

O Parque Centenário fica um pouco afastado do centro antigo de Criciúma. Porém, concentra diversos pontos de interesse como a Prefeitura, o Teatro Municipal, o Centro de Cultura, o Centro de Eventos e o Ginásio Municipal. 

Palco e Plateia do Teatro Municipal de Criciúma
Palco e Plateia do Teatro Municipal de Criciúma

Imaginava passar aquela noite e, talvez, a noite seguinte na cidade. Porém, não havia exposições no Centro Cultural. Nem previsão de espetáculos, no Teatro Municipal, para as duas noites seguintes.

Como não há Centro de Informações Turísticas, em Criciúma, resolvi passar na Prefeitura. No entanto, lá também não recebi qualquer informação. Isso impressiona, considerando-se o porte da cidade de Criciúma...

O Teatro Municipal de Criciúma Fica no Prédio do Centro Cultural
O Teatro Municipal de Criciúma Fica
no Prédio do Centro Cultural

Sem ter mais tempo para visitar algum dos museus, passei a procurar um hotel. Encontrei um e, imediatamente, instalei-me no local. Praticamente ao seu lado, havia uma churrascaria. Ali pude jantar, por volta das 19h.


Contabilidade do Dia
Gasolina em Cocal do Sul = R$ 50,00
Hotel Centenário = R$ 59,00
Churrascaria Pleroma = R$ 17,00 (buffet + água mineral)
Gasto Diário = R$ 126,00

domingo, 29 de dezembro de 2013

Museu ao Ar Livre e Esculturas na Rocha, Orleans

De Lauro Müller, segui para Criciúma. E no caminho, passei por Orleans, cidade da qual nunca havia ouvido falar. Orleans surpreende pelo Museu Ao Ar Livre. Este museu busca manter viva a memória do colonizador italiano. As curiosas Esculturas na Rocha também devem ser conferidas.

O Museu ao Ar Livre (MALO) Preserva a Memória do Colonizador Italiano
O Museu ao Ar Livre (MALO) Preserva
a Memória do Colonizador Italiano

Eu deixei o Castelo, em Lauro Müller, pouco após o meio-dia. Cerca de 20 minutos depois eu chegava a Orleans. Não havia planejado passar por esta cidade. Muito menos parar ali. Mas dois atrativos de Orleans despertaram a minha curiosidade. A parada valeu à pena!

As Curiosas Esculturas na Rocha, em Orleans
As Curiosas Esculturas na Rocha, em Orleans


Museu Ao Ar Livre
Cheguei a Orleans por volta de 12h35. E esperei até as 13h30 para a abertura do museu. Nesta uma hora, aproveitei para pesquisar as atrações das próximas cidades pelas quais eu passaria. Foi também uma maneira de fugir do calor de 33ºC daquela tarde...


Réplica de Antiga Capela, no MALO, em Orleans
Réplica de Antiga Capela, no MALO, em Orleans

O Museu Ao Ar Livre (MALO) surpreendeu-me. Localizado no campus de uma universidade, este museu impressiona pelo detalhamento dos hábitos do colonizador italiano. Sejam eles domésticos. Sejam eles laborais. E diversas são as atividades e ocupações registradas.

Coqueiro com Dez Galhos, na Praça Celso Ramos, em Orleans. Transplantado da Localidade de Barracão.
Coqueiro com Dez Galhos, na Praça Celso
Ramos, em Orleans. Transplantado da
Localidade de Barracão.

Coqueiro com Dez Galhos, no MALO, Museu ao Ar Livre de Orleans
Coqueiro com Dez Galhos, no MALO

O roteiro começa pela capela. Segue em direção ao engenho de farinha de mandioca. Depois, vem a casa do colono e a cantina. Destacam-se os meios de transporte e as atividades, como serraria, marcenaria e ferraria. Há também um engenho de açúcar.

Interior da Pequena Capela do MALO, Museu ao Ar Livre de Orleans
Interior da Pequena Capela do MALO


Passei, praticamente, uma hora circulando entre os diversos setores do Museu Ao Ar Livre. E, antes de deixar o local, comprei um livro sobre o museu. Aproveitei ainda para pedir algumas informações sobre Orleans e as cidades próximas.

Réplica de Antigo Engenho para Fabricação  de Farinha de Mandioca, no MALO, Orleans
Réplica de Antigo Engenho para Fabricação
de Farinha de Mandioca, no MALO, Orleans

A Peneira Separava a Farinha do Farelo, no MALO, Museu ao Ar Livre de Orleans
A Peneira Separava a Farinha do Farelo


Esculturas em Rocha
Havia dito que duas atrações despertaram a minha curiosidade pela cidade de Orleans. Uma, já descrita acima, foi o Museu Ao Ar Livre. A outra foram as esculturas em rocha. Um trabalho original e impressionante, em um paredão rochoso em frente a um rio.

Esculturas em Rocha Despertam a Curiosidade, em Orleans
Esculturas em Rocha Despertam a Curiosidade

Esculturas Ficam Junto ao Rio Tubarão, em Orleans
Esculturas Ficam Junto ao Rio Tubarão, em Orleans



Contabilidade do Dia
Livro Museu Ao Ar Livre = R$ 10,00
Gasto Diário = R$ 13,00

sábado, 28 de dezembro de 2013

Esculturas na Rocha, Orleans

O paredão com esculturas em alto relevo foi criado por um artista local, José Fernandes, conhecido como Zé do Diabo. 

Esculturas de Zé do Diabo, em Orleans
Esculturas de Zé do Diabo, em Orleans

As esculturas ficam em um paredão de rocha, próximo ao centro de Orleans, junto aos trilhos do trem, às margens do Rio Tubarão. 

As Esculturas de Orleans Ficam às Margens do Rio Tubarão
As Esculturas Ficam às Margens do Rio Tubarão

As esculturas representam passagens bíblicas e foram realizadas com o apoio do padre João Leonir Dall´Alba, idealizador do MALO.

Esculturas de Orleans em Alto Relevo na Rocha Representam Passagens Bíblicas
Esculturas em Alto Relevo na Rocha
Representam Passagens Bíblicas


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Museu ao Ar Livre (MALO), Orleans

O Museu ao Ar Livre Princesa Isabel de Orleans, o MALO, foi inaugurado em 30 de agosto de 1980. Um dos idealizadores do museu foi o padre João Leonir Dall’Alba. A mantenedora é a Fundação Educacional Barriga Verde.

O Museu ao Ar Livre Foi Inaugurado em 1980, em Orleans
O Museu ao Ar Livre Foi Inaugurado em 1980

O museu foi idealizado 1974, após a catastrófica enchente ocorrida em 23 de março daquele ano. Na ocasião, as indústrias rurais funcionavam com força animal e hidráulica. Com a enchente, foram substituídas pela energia elétrica.

Cama de Casal na Casa do Colono, no Museu ao Ar Livre, em Orleans
Cama de Casal na Casa do Colono, no MALO

O MALO surgiu do interesse de preservar a cultura da colonização de Orleans. Trata-se do único museu da América Latina com unidades que funcionam. E um dos poucos no mundo com essas características.

Berço na Casa do Colono, no Museu ao Ar Livre, em Orleans
Berço na Casa do Colono, MALO

As construções mantêm características tradicionais das pequenas indústrias que os imigrantes usavam em seu dia-a-dia. Diversos equipamentos manuais permitiam ao colonizador a fabricação de objetos para a sua necessidade.

Cantina no Museu ao Ar Livre, em Orleans
Cantina no Museu ao Ar Livre, em Orleans

Localização: Rua Padre João Leonir Dall’Alba, bairro Murialdo, Orleans, SC.

Roda d'água no Museu ao Ar Livre: Fazia Parte das Pequenas Indústrias dos Imigrantes
Roda d'água no Malo: Fazia Parte das
Pequenas Indústrias dos Imigrantes

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Orleans, Santa Catarina

O município de Orleans fica 38 km ao norte de Criciúma. Seu maior atrativo é o Museu ao Ar Livre, que revela um pouco do processo de colonização italiana local. O outro atrativo da cidade de Orleans é o paredão de esculturas.

Casa Colonial no Museu ao Ar Livre (MALO), em Orleans, Santa Catarina
Casa Colonial no Museu ao Ar Livre (MALO)

O museu reúne instalações do fim do século XIX. Há um engenho de farinha de mandioca e outro de açúcar. Ali há a olaria, o alambique e a cantina. Tudo construído de forma artesanal, como na época da colonização.


Atrações de Orleans

Esculturas na Rocha, em Orleans
Esculturas na Rocha, em Orleans


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sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Grão Pará, Santa Catarina

A cidade de Grão Pará fica localizada 45 km ao norte de Tubarão. Com apenas 6 mil habitantes, Grão Pará é passagem obrigatória para quem desce ou sobe a Serra do Corvo Branco.

Cidade de Grão Pará, no mapa de Santa Catarina
Grão Pará, Santa Catarina

O município de Grão Pará, localizado a 110 metros de altitude, fica na microrregião de Tubarão. E faz limite com os municípios de Urubici, Rio Fortuna, Braço do Norte e Orleans.

Um dos poucos atrativos de Grão Pará é o Rio do Túnel com suas cachoeiras. Quase sem apresentar infra-estrutura turística, o município de Grão Pará possui somente uma pousada.


História de Grão Pará
O município de Grão Pará foi fundado em 21/06/1958. E originou-se da Colônia de Grão Pará, em terras da Princesa Isabel Cristina, filha de Dom Pedro II. Ela recebeu-as como presente de casamento.

A sede foi fundada em 02/12/1882. A Empresa de Terras e Colonização de Grão Pará, dirigida por Visconde de Taunay e Conde d’Eu, distribuiu terras aos imigrantes alemães, italianos e poloneses.

O nome da cidade é uma homenagem ao filho da Princesa Isabel e do Conde d’Eu. Pedro de Alcântara de Orleans e Bragança era também conhecido como Príncipe do Grão-Pará.

Mapa de Grão Pará adaptado do Wikipedia.


Distâncias
Florianópolis = 192 km
Itajaí = 259 km

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Serra do Rio do Rastro e Castelo de Henrique Laje, Lauro Müller

Na manhã do dia 02/08/13, subi e desci, novamente, a Serra do Rio do Rastro. Desta vez, parei mais para fotografar, aproveitando a luz mais favorável da manhã. E talvez o período da manhã seja mesmo o de maior visibilidade na serra.

Castelo de Henrique Laje, em Lauro Müller
Castelo de Henrique Laje, em Lauro Müller


 Lanchonete e Mirante

Deixei a Pousada Coan, em Lauro Müller, pelas 9h. E subi a Serra do Rio do Rastro com bastante calma. Durante a subida, parei em vários refúgios para tirar fotos. Também parei na lanchonete que vende as lembranças da Serra do Rio do Rastro. Ela fica no início da subida.


Cheguei ao mirante, em Bom Jardim da Serra, perto das 10h20. A visibilidade era muito boa. E junto ao muro do mirante os quatis disputavam restos de comida. Eu perguntei a um comerciante local se sabia como eu poderia fazer para conhecer os cânions da região.

Cascata do Rio do Rastro, no Início da Descida da Serra
Cascata do Rio do Rastro, no
Início da Descida da Serra

Sequência de Curvas na Estrada da Serra do Rio do Rastro
Sequência de Curvas na Estrada da Serra


Não Consegui Visitar Cânions e Usina

A visitação de cânions em Bom Jardim da Serra é um pouco complicada. Em geral, ela deve ser agendada. Consegui os telefones de contato, mas os cânions só poderiam ser visitados durante os finais de semana. Com tantas dificuldades, eu acabei desistindo de visitá-los.

Serra do Rio do Rastro Vista de Refúgio na Estrada
Serra do Rio do Rastro Vista de Refúgio na Estrada

Passei na Usina de Energia Eólica, local onde eu já havia passado na véspera. Ali, também fui informado que as visitações ocorrem apenas em finais de semana. No caso, a visita ao Cânion da Ronda inclui a visitação à Usina de Energia Eólica.

Pedaço de Rocha que Deslizou em Meio  à Estrada da Serra do Rio do Rastro
Pedaço de Rocha que Deslizou em Meio
à Estrada da Serra do Rio do Rastro

Pedaço de Rocha Comparado com Camionete
Pedaço de Rocha Comparado com Camionete


Descendo a Serra e Conhecendo o Castelo

Sem conseguir visitar os cânions e a usina, acabei descendo a Serra do Rio do Rastro. Aproveitei para parar em um refúgio próximo de onde havia ocorrido o deslizamento na noite anterior. E tirei algumas fotos dos pedaços de rocha.


Lauro Müller tem como principal atrativo turístico a Serra do Rio do Rastro. Pretendia visitar ainda o Castelo e a mina de carvão, nesta cidade. Não foi possível fazer essas visitas. Ao menos, do Castelo Henrique Laje pude ver o exterior. Acabei deixando Lauro Müller em direção a Criciúma.

Parte Externa do Castelo de Henrique Laje
Parte Externa do Castelo de Henrique Laje

O Castelo Foi Erguido em 1919, na Base da Serra do Rio do Rastro, em Lauro Müller
O Castelo Foi Erguido em 1919, na Base
da Serra do Rio do Rastro, em Lauro Müller



Contabilidade do Dia
Soda Limonada = R$ 5,00
Lembranças de Viagem = R$ 86,50
 # 2 canecas da Serra do Rio do Rastro = R$ 70,00
 # DVD sobre a Serra do Rio do Rastro = R$ 10,00
 # "Pratinho" da Serra do Rio do Rastro = R$ 6,50
Gasto Diário = R$ 91,50

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

A Origem dos Símbolos do Natal

A Origem do Papai Noel
A figura do Papai Noel nasceu de uma mistura de lendas pagãs e cristãs. Hoje, no mundo ocidental, é associado a São Nicolau. Nicolau de Mira (280-342 d.C.), o Taumaturgo, é um bispo que nasceu na Ásia Menor (Turquia).
  
São Nicolau de Mira, o Papai Noel
São Nicolau de Mira, o Papai Noel

São Nicolau é o santo padroeiro da Rússia, da Grécia e da Noruega. Difícil separar história de lendas a seu respeito. Mas é consenso a generosidade de São Nicolau com crianças e pobres. Daí surgiu a figura do Papai Noel.


Os Mitos Pagãos e O Natal
O solstício de inverno inicia em 22 de dezembro, no Hemisfério Norte. Neste dia, o sol tem seu ponto mais baixo no horizonte, devido à inclinação do eixo terrestre. Este ponto mais baixo segue por três dias, até o 25 de dezembro.

Alinhamento Estelar da Estrela Sirius e da Constelação dos Três Reis com o Sol
Alinhamento Estelar da Estrela Sirius e
da Constelação dos Três Reis com o Sol

A estrela Sirius é a de brilho mais forte. E em 25 de dezembro, fica alinhada com a Constelação dos Três Reis (ou Três Marias). Este alinhamento aponta diretamente para o sol. O fenômeno sinalizaria o “renascimento” do sol.

Diversos mitos da antiguidade fazem referência a este fenômeno. Este é o caso dos deuses Hórus (Egito, 3.000 a.C.), Mitra (Pérsia e Roma, 1.200 a.C.), Attis (Frígia e Roma, 1.200 a.C.) e Krishna (Índia, 900 a.C.).

Krishna, Um Mitos Relacionados ao Sol
Krishna, Um Mitos Relacionados ao Sol

Para pôr fim aos cultos da antiguidade, o Papa Júlio I (300-352 d.C.), no ano 350 d.C., decretou o início do Natal. E assim, no dia 25 de dezembro, nós passaríamos a reverenciar o deus-menino, em vez das divindades pagãs.

O que impressiona é a semelhança de Jesus com essas antigas divindades pagãs. O deus Mitra nasceu de uma virgem, no dia 25 de dezembro. Mitra teve 12 discípulos, fez milagres, foi crucificado e ressuscitou no terceiro dia.

Mitra e Jesus Têm Características em Comum
Mitra e Jesus Têm Características em Comum

Leia mais sobre esses mitos.


O Panetone
Não se sabe bem ao certo a origem da ceia de Natal. Já o panetone parece ter sido criado, por volta do ano 900, em Milão. Este pão recheado com frutas cristalizadas acabou ganhando o nome de seu inventor: “Pane di Tone”.


São Francisco de Assis
Em 1223, São Francisco de Assis encenou o nascimento de Jesus numa gruta. Este foi o primeiro presépio da história. E nele, os personagens eram vividos por animais e pastores da região.

São Francisco de Assis Criou o Primeiro Presépio
São Francisco de Assis Criou o Primeiro Presépio


Árvore de Natal e Presentes
Adornar árvores era um costume das culturas pagãs. E a adoção desse hábito pelos cristãos foi relatada pela primeira vez no século XVI, em Estrasburgo. Já o hábito de colocar presentes sob a árvore surgiu na Inglaterra, durante o reinado da rainha Elizabeth I (1558-1603).

No Reinado de Elizabeth I, Surgiu o Hábito de Pôr Presentes sob a Árvore
No Reinado de Elizabeth I, Surgiu o 
Hábito de Pôr Presentes sob a Árvore


O Cartão de Natal
Sir Henry Cole, um inventor inglês, concebeu, em 1843, o primeiro cartão de Natal. Na ocasião, ele enviou o cartão para familiares e amigos, com uma mensagem que se repete até hoje: “Feliz Natal e Próspero Ano Novo!”.

O Cartão de Natal Criado por Sir Henry Cole
O Cartão de Natal Criado por Sir Henry Cole


O Papai Noel Vermelho e Branco
Tradicionalmente, as roupas do Papai Noel eram representadas com as cores verde e marrom. O responsável pela imagem do Papai Noel que conhecemos foi o cartunista alemão Thomas Nast. 

O Papai Noel Desenhado por Thomas Nast Foi Consagrado pela Coca Cola
O Papai Noel Desenhado por Thomas
Nast Foi Consagrado pela Coca Cola

No ano de 1886, Thomas Nast desenhou o Papai Noel com roupas vermelhas e brancas e o cinto preto. A versão de Nast ficou consagrada a partir de 1931, quando a Coca Cola usou a imagem.

 
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