sábado, 31 de março de 2012

Montevidéu, Uruguai

Dos três milhões de habitantes do Uruguai, metade mora na capital, Montevidéu. E mesmo ali, a gente se esquece do ritmo de vida de uma grande cidade...

Boa parte das pessoas anda traquilamente pelas ruas tomando mate, com uma garrafa térmica em baixo do braço. 

Nada de buzinas, pessoas esbaforidas ou esbarrões irritantes. Talvez por isto, até no centro da cidade, você pode tomar um bom café da manhã na rua, ouvindo o cantar dos pássaros.


Palacio Salvo, O Primeiro Arranha-céu - Montevidéu, Uruguai
Palacio Salvo, O Primeiro Arranha-céu


E entrar nesse clima dos moradores de Montevidéu é meio caminho andado para curtir a cidade. Desfrute a cidade: caminhe, sem pressa, pelo centro, conhecendo livrarias, cafés e praças.


A grande via de acesso de Montevidéu é a Avenida 18 de Julio. A avenida leva do Palácio Legislativo até a Plaza Independencia, onde ficam os três símbolos da cidade:


# Palácio Salvo, edifício de 95 metros, construído em 1925;

# O Mausoléu de Artigas, localizado abaixo de sua estátua e onde há uma urna com as cinzas do heroi nacional;

# A Porta da Cidade Velha, parte da muralha que protegia Montevidéu, até 1829.

Mausoléu do General Artigas, O Heroi Nacional
Mausoléu do General Artigas, O Herói Nacional


Nos fins de tarde, as temperaturas amenas - mesmo no verão - são um convite um a um passeio pelas ramblas, os calçadões que beiram as praias, como Buceo, Pocitos e Malvín. Escolha um dos diversos bares e aprecie a paisagem do inusitado Rio da Prata, com sua largura de mar e cor de rio.


Parece até que Montevidéu foi feita para isto: jogar conversa fora e passear apreciando a paisagem e a bela arquitetura local. Uma arquitetura dominada por prédios baixos, muitos do final do século XIX e começo do século XX.


Estádio Centenário

Visita obrigatória a amantes de futebol. Declarado monumento histórico pela FIFA, foi construído para a primeira Copa do Mundo, em 1930. 

Estádio Centenário, Palco da 1a Copa do Mundo
Estádio Centenário, Palco da 1a Copa do Mundo

No Estádio Centenário, você encontra um museu dedicado ao esporte. Ali você terá acesso a relíquias, como a chuteira com que Ghiggia marcou o fatídico gol sobre o Brasil, na Copa de 50, no Maracanã.



Teatro Solís

O emblemático teatro, que data de 1856, passou por uma reforma de seis anos. E possui uma programação eclética, que varia da música clássica à eletrônica. No verão, há visitas guiadas fixas de terça-feira a domingo. Nos demais meses, é necessário agendar.


Fachada do Teatro Solis, em Montevidéu
Fachada do Teatro Solis, em Montevidéu

Veja também
Assembleia Legislativa, La Carreta e Estádio Centenário, Montevidéu

Mercado Del Puerto, Montevidéu
Plaza Independencia e General Artigas, Montevidéu

sexta-feira, 30 de março de 2012

Uruguai

Localizado entre dois gigantes - Brasil e Argentina - o paisito, como os uruguaios carinhosamente chamam o seu pequeno país, tem um charme especial. E grande parte desse charme está na cadência, no modo de o uruguaio levar a vida.
O Mercado Del Puerto, em Montevidéu
O Mercado Del Puerto, em Montevidéu

Os uruguaios parecem regidos por um mesmo ritmo pacato. Seja em uma praia ou em uma cidadezinha do interior. Seja em uma fazenda ou mesmo em pleno centro de Montevidéu. Uma marca disso é o ritmo nacional: o melancólico tango.


Fuerte de San Miguel, no Chuy
Fuerte de San Miguel, no Chuy

Apesar de muitas vezes ser relegado nos roteiros turísticos, o Uruguai tem muito a oferecer. Da badalação do internacional balneário de Punta del Este ao charme de Colonia del Sacramento, com suas ruas de pedras irregulares.


Vacas, Ovelhas e Uvas

Além da atmosfera pacata e da simpatia do povo, o Uruguai tem como grandes atrativos as vacas, as ovelhas e as uvas. Há cerca de 12 milhões de cabeças de gado bovino. Já as ovelhas são as responsáveis pelos belos casacos de lã... 


O prato tradicional do Uruguai, a parrillada, é composto basicamente de carne de gado. Formam parte dele diversos miúdos, como os intestinos delgado e grosso, os rins e até os testículos.  

O Monumento La Mano, em Punta Del Este
O Monumento La Mano, em Punta Del Este

A sobremesa também vem das vacas: o doce de leite uruguaio é imperdível! Tudo isso regado a um bom vinho. Afinal, a bebida produzida no Uruguai vem ganhando cada vez mais prestígio internacional.  

Uma curiosidade: o Uruguai conquistou a independência em 1828, com a ajuda da Argentina. Por isto, adotou as mesmas cores da bandeira argentina e também o "Sol de Maio".


"Corredor de Plátanos", em Colonia Del Sacramento
"Corredor de Plátanos", em Colonia Del Sacramento


Destaques do Uruguai
Chuy 

quinta-feira, 29 de março de 2012

Ludwig van Beethoven: O Contexto Histórico e A Obra do Compositor Alemão

Beethoven: Contexto Histórico
A obra de Beethoven representa a transição entre a música clássica, do século XVIII, e a romântica, do XIX. Na sua primeira fase, Beethoven manteve o rigor, o equilíbrio e a disciplina formal da música clássica. Exatamente como seus mestres Mozart e Haydn, as grandes referências do classicismo.

Beethoven, no entanto, antecipou a emoção presente na música romântica. Na segunda fase, de 1800 a 1814, após algumas experimentações notáveis, alcança seu ponto máximo de criação. Na terceira fase, surpreendeu o público e a crítica da época com uma música abstrata, composta em um estado de absoluta surdez.

Continuação de...

Manuscrito da Sonata para Violoncelo, op 69
Manuscrito da Sonata para Violoncelo, op 69 

Beethoven tinha 19 anos, em 1789, quando ocorreu A Revolução Francesa. Com ela, a burguesia assume o poder, antes nas mãos da nobreza. Assim, as obras deixaram de ser compostas por encomenda para a aristocracia. Os compositores passaram a ter maior liberdade criativa e as músicas eram executadas para um grande público. Essas são algumas das características da música romântica.


Beethoven: Obras

Sonatas
Sonata Patética, Opus 13 (1789)
Sonata em si bemol maior, Opus 22 (1800)
Sonata ao Luar, Opus 27 (1801)
Sonata em lá bemol maior, Opus 26 (1801)
Sonata para violino e piano em dó menor, Opus 30 (1802)
Sonata Apassionata, Opus 57 (1804)

Sinfonias
Sinfonia Número 3 em mi bemol maior (1803)
Sinfonia Número 5 em dó menor (1807)
Sinfonia Número 6 em fá maior (1808)
Sinfonia Número 7 em lá maior (1811)
Sinfonia Número 9 em ré menor (1823)

Beethoven: Sonata para Piano, op 106
Beethoven: Sonata para Piano, op 106

Quartetos
Quarteto em mi bemol maior, Opus 127 (1824)
Quarteto em lá menor, Opus 132 (1825)

Concertos
Concerto para piano e orquestra número 5, Opus 73 (1809)
Concerto número 3, Opus 37 (1800)



Veja também...
Beethoven no Cinema: 1930 a 1960
Beethoven no Cinema: 1961 a 1985

quarta-feira, 28 de março de 2012

Ludwig van Beethoven: Terceira Fase

Por fim, a terceira fase. O mestre fica completamente surdo. Retira-se do mundo, contente com a companhia de poucos amigos. Passa as noites na taverna.

Este é o Beethoven que nós conhecemos: um esquisitão mal vestido, por vezes imundo, que brigava com vizinhos e fazia passeios solitários, intermináveis.

Estava absorto em seus pensamentos musicais e escrevendo obras abstratas, as quais, naquele tempo, ninguém compreendeu. Respeitavam, pois era Beethoven.

Continuação de...

Ludwig van Beethoven na Terceira Fase
Ludwig van Beethoven na Terceira Fase

Na terceira fase, o estilo muda completamente. A sonoridade torna-se áspera. A polifonia instrumental, mais dura. E a expressão, enigmática.

Os contemporâneos - e não só eles - ficavam estupefatos. As suas obras eram consideradas esquisitas, incompreensíveis. A surdez libertou o mestre de todas as convenções, abrindo-lhe as portas para o reino da música totalmente abstrata.

Embora não tão popularizadas e tão frequentemente executadas como as da sua segunda fase, as últimas obras de Beethoven passam hoje por suas maiores. Há nelas certas imperfeições técnicas, que se explicam realmente pela surdez.

O último concerto em que, já incapaz de reger, mostrou-se em público, ocorreu em dia 7 de maio de 1824. Foi o seu último triunfo: executaram-se a "IX Sinfonia" e trechos da “Missa Solemnis”.

Beethoven: O Retrato da Terceira Fase
Beethoven: O Retrato da Terceira Fase

Em 1825, Beethoven foi assistir a um ensaio de um grupo que iria executar o seu Quarteto em mi bemol maior op. 127. E para o espanto de todos, ele chamava a atenção para os menores erros de execução. "Os seus olhos seguiam os arcos. E, assim, ele era capaz de notar as menores flutuações no tempo ou no ritmo, e corrigi-las na hora", registrou Joseph Böhm, um dos violinistas do grupo.

Quando Beethoven morreu, em Viena, de cirrose hepática, no dia 26 de março de 1827, vivia quase na miséria. Mas a sua posição já era a mesma de hoje: o maior compositor moderno.

Assim como Michelangelo, iniciando o Barroco, domina as artes plásticas do século XVII, Ludwig van Beethoven domina o cenário musical do século XIX. A música programática de Berlioz, a música dramática de Wagner e a música absoluta de Brahms devem-lhe tudo.


A verdadeira fortuna de Beethoven

Certo dia, Beethoven foi visitar o irmão mais novo, Johann, a essa altura era um homem rico. Na entrada da mansão, um criado ofereceu-lhe um cartão de visitas onde estava escrito: "Johann van Beethoven, proprietário de terras". O compositor pegou esse cartão e, instantes depois, devolveu-o ao criado, tendo escrito no verso: "Ludwig van Beethoven, proprietário de um cérebro".

Segue com...

terça-feira, 27 de março de 2012

Ludwig van Beethoven: Primeira e Segunda Fases

Beethoven - Primeira Fase
Pode-se dizer que sua vida realmente começou, ao se mudar para Viena, em 1792. Em Viena, Beethoven conquistou fama como brilhante improvisador ao piano. Mas as suas primeiras composições publicadas causaram um certo mal-estar nos mais conservadores.

Foram anos de vida feliz e despreocupada, no ambiente da aristocracia austríaca. Sonhava com o casamento impossível, com uma condessa da qual se ignora o nome. E da "amada imortal", de quem Beethoven fala em uma carta não datada e sem endereço (Ver A Amada Imortal).

Continuação de...

O Jovem Ludwig van Beethoven
O Jovem Ludwig van Beethoven
 
Esse clima de felicidade e despreocupação marcou a primeira de suas três fases como compositor. Da primeira fase, a bela Sonata ao Luar acabou-se eternizando. A obra foi dedicada à Giulietta Guicciardi, de apenas 17 anos, uma das inúmeras paixões malsucedidas do compositor alemão.

A primeira fase vai de opus 1 a 48. A segunda, de opus 53 a 98. A terceira, de opus 101 a 135. A primeira fase começa com música "galante", de sociedade.


A Amada Imortal

Após a morte de Beethoven, foi encontrada em seus papéis particulares uma carta de amor, escrita a lápis e sem qualquer indicação sobre a sua destinatária. "Meu anjo, meu tudo, meu eu…". "Esqueceu de que você não é inteiramente minha e de que eu não sou inteiramente seu? Oh, Deus!", gemia Beethoven. A história rendeu um filme, Minha Amada Imortal (Immortal Beloved), de 1994.


Beethoven: Segunda Fase

Nunca um artista produziu tantas obras-primas em um espaço tão curto de tempo, como Beethoven na sua segunda fase. Durante ela, foram compostas algumas de suas mais belas obras, como a Sinfonia nº 3 (Eroica) e a Sinfonia nº 6 (Pastoral).

Esta fase, pouco depois do início do novo século, com a sua misteriosa doença nos ouvidos, que lhe inspirou a resolução de suicidar-se. Na ocasião, ele escreveu o testamento (Testamento de Heiligenstadt), um grande documento humano.

Então, Beethoven tomou a resolução heroica: viverá e criará a sua obra! E terá um sucesso triunfal, como poucos compositores o obtiveram em vida. Beethoven é reconhecido como o maior compositor do século XIX. E, como artista, só pode ser comparado a Goethe.

A Segunda Fase de Ludwig van Beethoven
A Segunda Fase de Ludwig van Beethoven

Beethoven foi contemporâneo de poetas do pré-romantismo alemão, como Goethe (Werther) e Schiller (Bandoleiros). Mas os recursos de sua arte já estavam muito melhor desenvolvidos que a literatura alemã de então.

Beethoven foi meio revolucionário e meio sentimental. Sua rebeldia é expressa em modulações audaciosas. O sentimentalismo inspira-lhe os maravilhosos "segundos movimentos", elegíacos, nos quais é mestre incomparável.

A sua situação financeira também era bastante satisfatória. Beethoven foi o primeiro compositor a ditar as condições aos editores. Ele mesmo chamou-se de "Napoleão da música".

Segue com...
Beethoven: Terceira Fase


Veja também...
Beethoven no Cinema: 1930 a 1960
Beethoven no Cinema: 1961 a 1985

segunda-feira, 26 de março de 2012

Ludwig van Beethoven: Biografia

Ludwig van Beethoven foi um dos maiores músicos de todos os tempos. Pode-se dizer que Beethoven é, ao lado de Michelangelo, a personalidade mais poderosa da história das artes. Beethoven está para a música assim como Shakespeare está para a literatura; Michelangelo, para as artes e Newton, para a ciência.

Beethoven nasceu dia 16 de dezembro de 1770, em Bonn, na Alemanha. Faleceu, há exatos 185 anos, dia 26 de março de 1827, em Viena, na Áustria. Na ocasião, Ludwig van Beethoven estava com 56 anos de idade.

Ludwig van Beethoven, em 1801
Ludwig van Beethoven, em 1801
 

A Personalidade de Beethoven

Alguns traços na sua personalidade ficaram famosos. Dentre eles, a vaidade e a agressividade. Certa vez, escreveu: "Atingi tal grau de perfeição que me encontro acima de qualquer crítica".

Em 1806, Beethoven estava hospedado no castelo do príncipe Lichnowsky,  antigo protetor a quem dedicara a Sinfonia nº 2. Solicitaram que ele tocasse para alguns oficiais de Napoleão. Recusou-se! Então, o príncipe, brincando, ameaçou prendê-lo. Beethoven retornou imediatamente à Viena e destruiu um busto de Lichnowsky.


Talvez essa personalidade seja um reflexo de sua difícil infância. Filho de um pai alcoólatra, Beethoven apanhava e era obrigado a estudar piano horas a fio. Seu pai queria que ele se tornasse um novo Mozart... Mas, aos 13 anos, Beethoven precisou largar a escola para trabalhar e auxiliar a família. 


Formação e Estilo Musical

O conde Ferdinand Ernst von Waldstein percebeu seu talento musical, mandando-o para Viena. Lá, ele foi aluno de Mozart e Haydn. E Haydn acabou influenciando bastante o estilo de Beethoven.

Beethoven manteve as formas de Haydn, apenas alargando-as. Isto não diminui, porém, a sua originalidade. Ele ampliou imensamente o campo das experiências modulatórias e das expressões emocionais.

Ludwig van Beethoven, em 1819
Ludwig van Beethoven, em 1819


Comparação com Outros Compositores

Beethoven não foi um homem de inspiração instantânea. Raramente, aproveitou uma ideia assim como lhe ocorrera. Sua própria evolução foi das mais vagarosas. 

Se tivesse morrido como Schubert, aos 31 anos, seu nome não seria lembrado por ninguém. Com 35 anos, idade em que Mozart encerrou a sua abundante produção, Beethoven não havia criado a maior parte de suas obras-primas.

A sua produção foi bem menos abundante que a de Bach, Handel, Haydn, Mozart, Schubert. Porém, nenhum compositor ofereceu tantas obras, sem que o ouvinte sentisse monotonia. Cada obra sua é um "indivíduo" diferente, inconfundível.

Beethoven foi também o primeiro músico que não compôs por encomenda. Só por inspiração e soberana vontade próprias. As obras encomendadas resultaram em fracassos. Apesar de o oratório "Christus am Oelberg" (1802), encomendado pelo príncipe Esterházy, na época, ter feito grande sucesso.

domingo, 25 de março de 2012

Músicas de Bach no Cinema: De 2001 a 2012

Finalizando a sequência de postagens sobre o emprego de músicas do compositor alemão Johann Sebastian Bach no cinema, relaciono alguns filmes de 2001 a 2012.

Continuação de...
Bach no Cinema: 1986 a 2000
Adrien Brody, em O Pianista, de 2002
Adrien Brody, em O Pianista, de 2002

A Última Fortaleza (2001)

Filme com Robert Redford e Mark Ruffalo. Fizeram parte da Trilha Sonora de A Última Fortaleza "Variações de Goldberg, BWV 988", de Johann Sebastian Bach. Para ouvir esta música, leia a postagem referente ao filme O Silêncio dos Inocentes (1991).


Enigma (2001)

Filme com Kate Wislet. Há duas músicas de Johann Sebastian Bach na Trilha Sonora.

"Chorale Prelude No. 18, B W V 668, Wenn wir in höchsten Nöten Sein"


"Andante from Brandenburg Concerto No. 4, B W V 1049"

Ouça o concerto n. 6 dos Concertos de Brandenburgo na postagem referente ao filme Uma Ponte Longe Demais, de 1977. O n. 4 em Duro de Matar, de 1988 e n.5 em Meu Querido Presidente, de 1995.



Minority Report - A Nova Lei (2002)

Minority Report, de Steven Spielberg, contou com Tom Cruise e Colin Farrell no elenco. Faz parte de sua trilha sonora o famosíssimo coro "Jesus bleibet meine Freude", da cantata 147 de Johann Sebastian Bach. A cantata 147 recebeu o nome de "Coração e Boca e Atos e Vida".




O Pianista (2002)

O Pianista conquistou três categorias do Oscar: Melhor Diretor (Roman Polanski), Melhor Ator (Adrien Brody) e Melhor Roteiro (Ronald Harwood). O Pianista contou em sua Trilha Sonora com "Suite No. 1 BWV 1007 for Solo Cello", de Johann Sebastian Bach.

Bach realizou o impossível: escreveu, polifonicamente, para instrumentos que não se prestam para isto, como o violino e o violoncelo. A n. 2, em Dó menor e a n. 3, em Ré maior são obras de densidade extraordinária e de uma sonoridade quase orquestral. Ao todo, são seis Suítes.




Mestre dos Mares - O Lado Mais Distante do Mundo (2003)

Filme com Russel Crowe, que conquistou os Oscar de Melhor Fotografia e Melhor Edição de Som. Fez parte da Trilha Sonora "Prelude From the Unaccompanied Cello Suite No. 1 in G Major, BWV 1007", de Johann Sebastian Bach.




O Homem Que Copiava (2003)

Filme nacional, dirigido por Jorge Furtado, com Lázaro Ramos, Leandra Leal, Luana Piovani e Pedro Cardoso no elenco. Sua trilha sonora contou com "Concerto for 2 violins and orchestra, BWV 1043 3rd movement, allegro" de Bach.




O primeiro movimento deste concerto foi inserido na trilha sonora do filme "Hanna e Suas Irmãs", de 1986. Veja na postagem Bach Cinema 1986 - 2000. 


O Sorriso de Mona Lisa (2003)

Filme com Julia Roberts e Julia Stiles, indicado ao Globo de Ouro de Melhor Música Original. O Sorriso de Mona Lisa contou, em sua Trilha Sonora, com "Jesu, Joy of Man's Desiring". Ouça esta música em Minority Report (2002), logo acima ou na postagem referente ao filme A Escolha de Sofia (1982).  

Homem-Aranha 2 (2004)

O filme ganhou o Oscar de Efeitos Visuais e em sua Trilha Sonora esteve presente uma composição de Johann Sebastian Bach: "Suite No. 2 in B Minor".



O Aviador (2004)

O Aviador, filme de Martin Scorsese, com Leonardo DiCaprio e Cate Blachett, que foi contemplada com o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. O Aviador conquistou outros quatro Oscar, em categorias técnicas. 

"Toccata and Fugue in D-Minor, BWV 565", de Johann Sebatian Bach fez parte da Trilha Sonora do filme. Ouça esta composição de Bach na postagem referente ao filme Crepúsculo dos Deuses, de 1950.


O Violinista que Veio do Mar (2004)
Este filme com Judi Dench contou com "Fuga from Sonata No.1 in G Minor BWV 1001", de Johann SebastianBach em sua Trilha Sonora.



Cruzada (2005)
Filme com Evan Green e Liam Neeson, com com "Jesu Meine Freunde", de Johann Sebastian Bach, em sua Trilha Sonora.




O Som do Coração (2007)
Filme com Robin Williams, contou com "Prelude from Partita No. 3" de Johann Sebastian Bach em sua Trilha Sonora.

A Duquesa (2008)
Este filme, vencedor do Oscar de melhor figurino contou com duas composições de Johann Sebastian Bach.

"Allemande from French Suite V in G Major"


"Gigue from Orchestral Suite No. 3 in D Major"


Ensaio Sobre a Cegueira (2008)
Filme de Fernando Meirelles, com Julianne Moore, Mark Ruffalo e Danny Glover. Contou com a "Sinfonia of the Cantata, BWV 156" de Johann Sebastian Bach, em sua Trilha Sonora.

A cantata n. 156, "Ich steh' mit einem Fuss in Grab", pode ser traduzida como "Já me Encontro com Um Pé na Sepultura". Sua pequena introdução musical é a mais comovente das confissões de fé de Bach.  


Milk - A Voz da Igualdade (2008)
Milk faturou dois Oscar: Melhor Ator (Sean Penn) e Melhor Roteiro (Dustin Lance Black). De sua trilha sonora fez parte "Prelude No. 7 in E Flat The Well Tempered Clavier - Book 2 BWV 876", de Johann Sebastian Bach.



A Estrada (2009)

Filme com Viggo Mortensen e Charlize Theron, contou com a "Sonata para violino e cravo em Mi maior: Adagio, ma non tanto", de Bach. Alguns críticos já consideraram esta a música mais feliz já escrita. O trecho presente no filme - a terceira das quatro partes da sonata - é porém mais lento.





Um Homem Misterioso (2010)

Este filme com George Clooney traz uma composição de Johann Sebastian Bach que posteriormente recebeu do francês Charles Gounod uma letra. Ficou conhecida como "Ave Maria de Gounod".



A Árvore da Vida (2011)

A Árvore da Vida contou com Brad Pitt e Sean Penn em seu elenco. O filme foi indicado a 3 Oscar e teve duas músicas de Johann Sebastian Bach em sua Trilha Sonora.

"The Well-Tempered Clavier" 



"Fugue [Toccata and Fugue in D Minor, BWV 565]"
Ouça esta música na postagem referente ao filme Crepúsculo dos Deuses (1950).


Guerreiro (2011)

Guerreiro, filme com Nick Nolte, do qual faz parte "Partita for Violin Solo No. 2 in D Minor, BWV 1004", de Johann Sebastian Bach. A segunda suíte (partita), em Si bemol menor termina com a famosa Chacona. É considerada uma obra de ultra virtuosismo: o supremo hino de Bach. Um único violino soa como uma orquestra! Triunfo espiritual de uma arte, matematicamente, exata.

 
Free Host | new york lasik surgery | cpa website design