sábado, 12 de novembro de 2011

Museu Casa do Colono, Casa de Stefan Zweig e Praça da Liberdade em Petrópolis

Após contemplar a bela arquitetura do Hotel Quitandinha e seu lago, segui o passeio por Petrópolis. Passei por alguns lugares interessantes, mas que não fazem parte dos pontos turísticos mais badalados da cidade. Dentre eles, destacam-se a Casa do Colono e a Praça da Liberdade, esta já localizada na região mais central de Petrópolis.

Continuação de


Museu Casa do Colono

Do Hotel Quitandinha, segui até o Museu Casa do Colono, onde cheguei pouco antes das 11:40. A caminhada foi longa, creio que perto de 5km... No trajeto até lá, passei pelo Parque Cremerie, mas não cheguei a entrar.

A casa, com paredes de pau-a-pique, foi construída em 1847 (veja a foto abaixo). E por ser pouco visitado, os guias são bem interesados e querem contar tudo sobre o lugar. É uma dica que vale a pena conferir!

Fachada do Museu Casa do Colono, em Petrópolis
Fachada do Museu Casa do Colono

O Museu Casa do Colono registra o início da ocupação de Petrópolis. E também os hábitos e a forma dos primeiros colonos desta cidade da região serrana do Rio de Janeiro. É um lugar bem legal de conhecer. E tem entrada franca...


A Estrutura da Casa

Pois bem, a casa pertenceu à família do colono alemão Johan Gottlieb Kaiser. É uma casa de paredes grossas, com sótão e área de trabalho nos fundos. A fachada é toda branca, com janelas e portas marrons. 

As paredes externas têm 70 cm e nelas foram usadas óleo de baleia (veja a foto abaixo). Nas internas, foi usado o pau-a-pique, com extrume de gado para dar liga. Curiosidades que os guias contaram...

Paredes Externas da Casa do Colono, em Petrópolis
Paredes Externas da Casa do Colono


O Interior da Casa do Colono

O quarto do casal fica na frente. Atrás dele, o das meninas. Há ainda uma espécie de escritório, a sala de trabalho das mulheres – que faziam costuras e bordados – e a de orações. 

Nos fundos da casa, a área de trabalho do dono da casa, com marcenaria, ferragem. Ali fica também a cozinha e o forno de pão. No sótão, o quarto dos meninos... Tudo muito organizado, como se espera de uma casa de alemão...


Casa de Stefan Zweig 

Fiquei por quase uma hora na Casa do Alemão e segui para a Casa de Stefan Zweig. Cheguei ali pouco após as 12:30. Stefan Zweig foi um escritor austríaco, autor de "Brasil, o País do Futuro". Refugiou-se nesta casa, durante a II Guerra Mundial. Ali suicidou-se em 1942.

Casa de Stefan Zweig, em Petrópolis
Casa de Stefan Zweig

A Casa de Stefan Zweig está em reforma e só se consegue ver a fachada (veja a foto acima). E pelo que consegui ver de seu exterior, francamente, não fiquei nem um pouco curioso em conhecer o seu interior...


Praça da Liberdade

Deixei o local rumo ao Relógio de Flores, já no Centro Histórico. No Centro Histórico, as atrações são mais próximas. Muitas ficam em sequência, numa mesma rua...

Chafariz da Praça da Liberdade, em Petrópolis
Chafariz da Praça da Liberdade

Cheguei à Praça da Liberdade, às 13h, onde há um chafariz, legal para tirar fotos. Na verdade, o chafariz resume-se aos jatos de água. Não há qualquer estátua, imagem ou escultura que faça parte dele. Aos fundos, pode-se ver a Universidade Católica (veja a foto acima).

Como curiosidade, a Praça da Liberdade ganhou este nome porque, em 1888, os escravos livres reuniam-se ali para comprar a liberdade dos outros que ainda eram mantidos na senzala. No centro da Praça, há uma imagem de Zumbi dos Palmares.

O relato segue com

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